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	<title>Câmara de Cultura</title>
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	<description>Cultura, Cidadania e Meio Ambiente</description>
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		<title>A boa música se basta, artigo de Anoushe Duarte Silveira.</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 18:07:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A linguagem musical me basta&#8221;. Essa é a frase que encerra o documentário A música segundo Tom Jobim, do veterano cineasta Nelson Pereira dos Santos e da neta do compositor, Dora Jobim, que fui assistir há cerca de duas semanas. Sempre fui uma tremenda fã de Tom Jobim, principalmente porque sua música me causa um]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">&#8220;A linguagem musical me basta&#8221;. Essa é a frase que encerra o documentário <em>A música segundo Tom Jobim, </em>do veterano cineasta <em>Nelson Pereira dos Santos</em> e da neta do compositor, Dora Jobim, que fui assistir há cerca de duas semanas.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Sempre fui uma tremenda fã de Tom Jobim, principalmente porque sua música me causa um prazer nostálgico de tempos que não vivi. E foi imbuída desse sentimento que assisti à projeção desse documentário cuja única narrativa é a música: nada de locução, entrevistas, tampouco informações biográficas, apenas o caminho sensorial de imagens e sons. Mas que não são quaisquer imagens e sons, e sim uma belíssima montagem de grandes momentos da música brasileira, shows realizados, parcerias formadas e um retrato muito belo de uma época de inocência e poesia.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Cantei, chorei, meu coração acelerou, porque a música me toca. E assim como ela bastava a Tom Jobim, me bastou naquele momento. Não senti necessidade de maiores explicações, apenas mergulhei na narrativa musical do documentário. Percebi a magia dessa narrativa que se basta. </span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">As artes têm esse poder&#8230; E o valor artístico de um documentário baseado no trabalho de quem é considerado o maior expoente de todos os tempos da música brasileira, como Tom Jobim, e fruto da ousadia de um dos mais importantes cineastas do país, precursor do movimento do cinema novo, como Nelson Pereira dos Santos, só poderia mesmo aguçar os sentidos. E para enriquecer ainda mais esse diálogo musical, na sequência de intérpretes estão Elis Regina, Gal Costa e Elizeth Cardoso, Diana Krall cantando em português, o francês Jean Sablon, e os norte-americanos Ella Fitzgerald, Sammy Davis Jr. e Frank Sinatra.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Uma verdadeira viagem sensorial&#8230; A única coisa que me chamou a atenção, infelizmente, foi o fato do cinema, em plena estreia, estar vazio. Depois, conversando com amigos que assistiram ao documentário em data distinta, o mesmo ocorreu, um cinema completamente vazio&#8230; É uma pena! Ao acenderem as luzes, quando o cineasta finalmente identifica os protagonistas do documentário, gostaria de ter visto uma plateia emocionada como eu, embevecida pela narrativa musical, como acontece quando assistimos a concertos, orquestras, quando despretensiosamente nos dispomos a ouvir uma música de qualidade no carro, em casa, ou em qualquer lugar. Afinal, sempre que a ouvimos com sentimento a boa música se basta.</span></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Anoushe Duarte Silveira </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">é brasiliense, jornalista e bacharel em direito, pós graduada em documentário – com especialização em roteiros. Possui textos publicados em jornais e revistas e nos blogs</span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><a href="http://www.amigas-da-leitura.blogspot.com/" target="_blank">http://www.amigas-da-leitura.blogspot.com/</a> </span></span></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">e </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.recantodasletras.com.br/" target="_blank"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.recantodasletras.com.br</span></span></a></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">.</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> Possui livros publicados em co-autoria, selecionados em concursos literários. </span></span></p>
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		<title>Museu Humano, artigo de Anoushe Duarte Silveira.</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 01:28:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[Somos verdadeiros museus ao ar livre. Quando digo isso, não me refiro somente às nossas belezas naturais ou aos centros históricos brasileiros restaurados ou em fase de revitalização. Penso também nas pessoas&#8230; Sim, um país com tanta diversidade étnica, cultural, linguística e por aí afora, tem um verdadeiro potencial a ser observado, apreciado, analisado, como]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Somos verdadeiros museus ao ar livre. Quando digo isso, não me refiro somente às nossas belezas naturais ou aos centros históricos brasileiros restaurados ou em fase de revitalização. Penso também nas pessoas&#8230; Sim, um país com tanta diversidade étnica, cultural, linguística e por aí afora, tem um verdadeiro potencial a ser observado, apreciado, analisado, como a beleza da arte em um museu.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em uma feliz metáfora, é fácil imaginar a beleza do povo brasileiro como obras de arte em um museu a céu aberto. Comecemos pela Ala Sul. A pele branca, como as geadas e neves que encontramos por lá. Coleção de olhos claros, herdados talvez de seus colonizadores, mesmos imigrantes que influenciaram a rica cultura da região. Observá-los em suas danças, no manejo dos aparatos na agricultura e na pecuária, no movimento sutil do chimarrão, ou no corte do churrasco é uma verdadeira obra de arte.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Subimos esse imenso museu e passamos para a Ala Sudeste. Podemos imaginar a agitação urbana como se fosse uma verdadeira instalação artística. Pessoas imersas no caos conturbado das grandes cidades, envoltas pelas luzes frenéticas da noite movimentada dos bares, teatros, cinemas ou na correria diária das negociações.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Indo para a Ala Nordeste, é fácil visualizar a pintura que é o povo nordestino. Telas pinceladas com o verde do litoral, o azul do mar, o tom alaranjado do Sertão e todo o colorido das frutas e das gentes. Um toque da arte naïf na maneira de falar outro surrealista no gingado.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Subindo até a Ala Norte, presenciamos verdadeiras esculturas feitas com a miscigenação do povo indígena. Um toque exótico da floresta modelado como na argila, na cera ou madeira. E por fim a Ala do Centro-oeste, belas fotografias de povos que migraram de todos os cantos do país. Cliques da riqueza de nossa flora e fauna, das rajadas do pôr-do-sol no horizonte único de Brasília, fotografias que falam por si.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Penso que a arte está na maneira de enxergar. Somos criação divina, perfeitos e fruto da inspiração maior. Por que não nos vermos como verdadeiras obras de arte? Obras de arte que deveriam ter maior valor que qualquer outra exposta no mais pomposo museu. Talvez seja tempo de começar a perceber e valorizar a beleza das obras que habitam nossos rios, florestas, cidades, litoral, para respeitar e cuidar de tudo que faz parte desse imenso Museu Humano que é nosso país.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><strong><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Anoushe Duarte Silveira </span></span></strong><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">é brasiliense, jornalista e bacharel em direito, pós graduada em documentário – com especialização em roteiros. Possui textos publicados em jornais e revistas e nos blogs </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.amigas-da-leitura.blogspot.com/"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.amigas-da-leitura.blogspot.com/</span></span></a></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> e </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.recantodasletras.com.br/"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.recantodasletras.com.br</span></span></a></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">. Possui livros publicados em co-autoria, selecionados em concursos literários.</span></span></p>
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		<title>VI Festival de Frutos do Mar, em Itapemirim.</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 13:41:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; No próximo sábado, dia 28 de janeiro em Itapemirim, teremos uma aula show de gastronomia com o Chefe de Cozinha Gilson Surrage Professor de gastronomia da UVV. O evento irá acontecer, a partir das 17h, na Praça de Itaoca. Haverá uma degustação para todos os presentes. Aproveite e conheça um pouco mais das tradições]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://camaradecultura.org/wp-content/uploads/2012/01/Promoção-Itapemirim2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-409" title="Promoção Itapemirim" src="http://camaradecultura.org/wp-content/uploads/2012/01/Promoção-Itapemirim2-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="font-size: small;">No próximo sábado, dia 28 de janeiro em Itapemirim, teremos uma aula show de gastronomia com o Chefe de Cozinha Gilson Surrage Professor de gastronomia da UVV.</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">O evento irá acontecer, a partir das 17h, na Praça de Itaoca.</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Haverá uma degustação para todos os presentes. Aproveite e conheça um pouco mais das tradições e riquesas gastronômicas da nossa região, que é riquíssima em frutos do mar.</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Essa é uma ação de promoção do nosso </span></strong><strong><span style="color: #0000ff;">VI Festival de Frutos do Mar</span><span style="font-size: small;"> que acontece anualmente na semana santa na praia de Itaipava.</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Fonte:</strong> <em>Secretaria Municipal de Turismo de Itapemirim.</em></span></p>
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		<title>Coração a batucar, artigo de Anoushe Duarte Silveira.</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 20:29:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro dia desses estava ouvindo uma música da cantora Maria Rita que me chamou a atenção: &#8220;&#8230;Batuque o coração para me ver chegar&#8230;&#8221; Fiquei refletindo sobre o que realmente faz batucar nosso coração e sobre como é bom quando você faz um coração batucar. Coração batucando nos remete logo ao amor entre homem e mulher,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Outro dia desses estava ouvindo uma música da cantora Maria Rita que me chamou a atenção: &#8220;&#8230;Batuque o coração para me ver chegar&#8230;&#8221; Fiquei refletindo sobre o que realmente faz batucar nosso coração e sobre como é bom quando você faz um coração batucar. </span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Coração batucando nos remete logo ao amor entre homem e mulher, ou melhor, à paixão. Vem aquela ansiedade gostosa que te faz brigar com o tempo para que ele passe rápido e logo você possa encontrar o ser amado. E depois, quando já estão juntos, brigar novamente com o tempo porque você quer que ele passe va-ga-ro-sa-men-te e só de pirraça ele resolve voar&#8230; E o coração batuca enquanto o corpo mal responde, você fica lá, inerte, com um sorriso congelado no rosto. Como dizem os belos versos de Mario Quintana, &#8220;&#8230; E o homem taciturno ficou imóvel, sem compreender nada, numa alegria atônita. A súbita, a dolorosa alegria de um espantalho inútil. Aonde viessem pousar os passarinhos.&#8221;</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Mas coração não batuca só na paixão entre homem e mulher, afinal, é a paixão que nos move, que faz cada despertar diferente e nos salva da apatia. Coração batuca em todos os tipos de paixão. Por exemplo, na paixão pela arte: assistimos a uma peça ou a um filme que nos toca e está lá o coração a batucar; lemos um livro que muda nossa vida ou um texto que gostaríamos de ter escrito e está lá novamente o coração a batucar; ouvimos uma bela composição musical que provoca uma verdadeira sinfonia no coração ou ainda apreciamos a pintura, que nos permite tentar traduzir traços coloridos em emoção e isso provoca batuques de tantã&#8230;</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Coração também batuca quando nos oferecem desafios. Diante de um novo projeto, de uma palestra brilhante com novas perspectivas ou de um trabalho desafiador está lá o coração a batucar&#8230;O advogado redigiu uma peça brilhante, o jornalista deu um furo, o médico salvou uma vida e o coração está lá a batucar, como em uma escola de samba!</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">São tantos os sentimentos que fazem batucar o coração&#8230; Um simples olhar na hora certa, o toque da mão pequenina de um filho, uma palavra amiga, um abraço apertado, a lambida agradecida do seu cão&#8230; Esses pequenos momentos é que constroem a tão almejada felicidade. Por isso penso ser importante fazer boas escolhas, dentro do que nos cabe escolher, é claro! E incluir a paixão na maioria dessas escolhas talvez seja o segredo para começar um bom dia, que somado a outros vai tornar o ano melhor e que somado a muitos outros vai nos proporcionar uma vida feliz.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Afinal, vida feliz é isso: momentos de coração a batucar! </span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">E citando Maria Rita, não poderia deixar de lembrar e prestar a minha homenagem a Elis Regina no aniversário de 30 anos de sua morte.</span></span></p>
<p><strong><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Anoushe Duarte Silveira </span></span></strong><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">é brasiliense, jornalista e bacharel em direito, pós graduada em documentário – com especialização em roteiros. Possui textos publicados em jornais e revistas e nos blogs </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.amigas-da-leitura.blogspot.com/"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.amigas-da-leitura.blogspot.com/</span></span></a></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> e </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.recantodasletras.com.br/"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.recantodasletras.com.br</span></span></a></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">. Possui livros publicados em co-autoria, selecionados em concursos literários.</span></span></p>
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		<title>Promessas, artigo de Anoushe Duarte Silveira.</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 10:26:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um ano&#8230; E, como sempre, chega marcado de promessas: emagrecer, parar de fumar, fazer aulas de música, começar a fazer exercícios, estudar mais, trabalhar menos ou mais, aproveitar mais o tempo com filhos e amigos. Mil e uma metas que colocamos em nossas vidas e que na verdade são nossas molas propulsoras: uma vida]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Mais um ano&#8230; E, como sempre, chega marcado de promessas: emagrecer, parar de fumar, fazer aulas de música, começar a fazer exercícios, estudar mais, trabalhar menos ou mais, aproveitar mais o tempo com filhos e amigos. Mil e uma metas que colocamos em nossas vidas e que na verdade são nossas molas propulsoras: uma vida sem objetivo abre espaço para a depressão, tristeza, sensação de vazio&#8230;</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Lembrei de um filme que assisti com meu filho, &#8220;Megamente&#8221;. No desenho, o vilão, logo no início, derrota o mocinho e entra nesse vazio porque passou a não ter mais graça alguma arquitetar planos mirabolantes para destruir a cidade, já que não havia mais ninguém para impedi-lo. Perdeu suas metas malévolas, mas que não deixam de ser metas, e nos deparamos com um vilão deprimido&#8230; </span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Para 2012, nada de metas malévolas, é claro, e vamos prospectar!!!! A ideia é planejar, mover-se, realizar, conjugar verbos de ação na primeira pessoa, pois o condutor da sua vida é você, delegar as rédeas a outro cocheiro pode te trazer surpresas nada agradáveis, te levar a caminhos tortuosos. E se a sua decisão foi errada, você adquire experiência, como disse Oscar Wilde: &#8220;A experiência é o nome que damos aos nossos erros&#8221;. Mas se tomaram a decisão por você, só te resta acatar&#8230;</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Quem sabe possamos encarar 2012 como o ano de executar as promessas dos anteriores. Sair da zona de conforto e efetivamente fazer algo para obter resultados, pequenos ou grandes, mas frutos de nossas escolhas. Seja qual for o seu objetivo, apenas comece, dê o primeiro passo, pois só caminhando é que a vida te apresentará opções de novos caminhos.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Anoushe Duarte Silveira  </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">é brasiliense, jornalista e bacharel em direito, pós graduada em documentário – com especialização em roteiros. Possui textos publicados em jornais e revistas e nos blogs </span></span><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.amigas-da-leitura.blogspot.com/"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.amigas-da-leitura.blogspot.com/</span></span></a></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> e </span></span><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.recantodasletras.com.br/"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.recantodasletras.com.br</span></span></a></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">. Possui livros publicados em co-autoria, selecionados em concursos literários.</span></span></p>
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		<title>Vamos Combater a Dengue</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Jan 2012 21:18:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://camaradecultura.org/wp-content/uploads/2012/01/DENGUE2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-402" title="DENGUE" src="http://camaradecultura.org/wp-content/uploads/2012/01/DENGUE2-300x212.jpg" alt="" width="300" height="212" /></a></p>
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		<title>Quem disse que viver é fácil? Artigo de Anoushe Duarte Silveira.</title>
		<link>http://camaradecultura.org/quem-disse-que-viver-e-facil-artigo-de-anoushe-duarte-silveira/</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Jan 2012 20:14:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre aprendi que paciência é uma virtude. Passei grande parte da minha vida tentando exercitá-la e sendo lembrada de que deveria praticá-la ainda mais: &#8220;Minha filha, tenha mais paciência com sua irmãzinha, ela é só um bebê&#8230;&#8221;, &#8220;Tenha mais paciência, um dia você vai aprender&#8230;&#8221;, &#8220;Tenha mais paciência com fulano, ele é assim mesmo&#8230;&#8221;, &#8221;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: small;">Sempre aprendi que paciência é uma virtude. Passei grande parte da minha vida tentando exercitá-la e sendo lembrada de que deveria praticá-la ainda mais: &#8220;Minha filha, tenha mais paciência com sua irmãzinha, ela é só um bebê&#8230;&#8221;, &#8220;Tenha mais paciência, um dia você vai aprender&#8230;&#8221;, &#8220;Tenha mais paciência com fulano, ele é assim mesmo&#8230;&#8221;, &#8221; Tenha mais paciência que um dia você vai gostar do seu emprego&#8221;, enfim&#8230;</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: small;">Até que um dia comecei a ouvir reiterados &#8220;nossa, eu não teria tanta paciência&#8221;, &#8220;meu Deus, como você é paciente&#8221;&#8230; E achei que enfim estava chegando lá, conseguindo efetivamente exercitar alguma virtude em meio a tantos fatores que nos empurram, derrubam e fazem com que a gente mande a educação e as virtudes às favas.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: small;">Estaria tudo lindo e feliz se eu não começasse a analisar o ponto negativo do excesso de paciência. Como se perde tempo e energia se o foco da sua paciência é uma pessoa errada, uma situação errada, um curso que efetivamente você não consegue assimilar, uma profissão que você não gosta e não te remunera bem, um fulano que nada te acrescenta, um parceiro (a) que te faz infeliz&#8230; Como tudo em excesso é prejudicial, talvez até mesmo a paciência exacerbada seja uma &#8220;anti-virtude&#8221;&#8230;</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: small;">O bom mesmo seria ter mais paciência com as pessoas e situações certas e menos com as erradas: nova proposta de vida. Pais, mães, irmãos, amigos verdadeiros, nossos filhos geralmente merecem mais paciência. Às vezes gastamos a maior parte dela com pessoas erradas e deixamos para eles a menor porção. Dosar isso é tão difícil, não? Daí, para corroborar minha reflexão sobre ser o excesso de paciência uma &#8220;anti-virtude&#8221; vem nada mais, nada menos que Carlos Drummond de Andrade e diz: &#8220;Não é fácil ter paciência diante dos que têm excesso de paciência&#8221;. Ou seja, o excesso de paciência ainda por cima irrita, tremendamente!!!</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: small;">Equilíbrio é a maneira ideal de se viver bem, cada dia mais me convenço disso. Perder a paciência no momento certo faz parte de uma vida equilibrada. Explodir no momento certo e acima de tudo com a pessoa certa impede injustiças com seu corpo e com outros que nada têm a ver com o problema. Não é solução ter paciência com um fato que te incomoda se no fim das contas vai adquirir uma úlcera. Não é solução ter paciência com o tal fulano que sempre te trata mal e chegar em casa irritado (a), descontando na pobre da sua mãe, ou do seu filho ou marido ou esposa, qualquer &#8220;da vez&#8221; que surja na hora errada. Melhor é despejar naquele que causou a angústia, a irritação, não é verdade?</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: small;">Há momentos em que perder a paciência é totalmente inútil&#8230; Vale mais respirar fundo e esquecer — efetivamente esquecer. O mundo precisa realmente de boa convivência, gentileza, educação e mais paciência uns com os outros. Vive-se bem quando se sabe dosar isso, dar o devido peso e importância para os fatos e pessoas, respeitar o próximo, mas também nossos próprios limites. A gente chega lá&#8230; Quem disse que viver é fácil?</span></p>
<p align="JUSTIFY">
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Anoushe Duarte Silveira</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">é brasiliense, jornalista e bacharel em direito, pós graduada em documentário – com especialização em roteiros. Possui textos publicados em jornais e revistas e nos blogs </span></span><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.amigas-da-leitura.blogspot.com/"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.amigas-da-leitura.blogspot.com/</span></span></a></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> e </span></span><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.recantodasletras.com.br/"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.recantodasletras.com.br</span></span></a></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">. Possui livros publicados em co-autoria, selecionados em concursos literários.</span></span></p>
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		<title>Surpresas de fim de ano, artigo de Anoushe Duarte Silveira.</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 01:28:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre tive a ilusória convicção de que quase nada deve ser começado pelo fim. Frase maluca, não? O que eu quero dizer é que nunca fiz coisas como começar a assistir a um filme já iniciado e muito menos no final; iniciar a leitura de um livro que não fosse pela primeira página; iniciar trabalhos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://res1.windows.microsoft.com/resbox/en/Windows%207/main/18bb4318-963e-48f5-a666-b38e489e0e84_8.jpg"><img class="aligncenter" src="http://res1.windows.microsoft.com/resbox/en/Windows%207/main/18bb4318-963e-48f5-a666-b38e489e0e84_8.jpg" alt="Surpresas de fim de ano" width="500" height="346" /></a></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Sempre tive a ilusória convicção de que quase nada deve ser começado pelo fim. Frase maluca, não? O que eu quero dizer é que nunca fiz coisas como começar a assistir a um filme já iniciado e muito menos no final; iniciar a leitura de um livro que não fosse pela primeira página; iniciar trabalhos no final do dia (só os emergenciais) e, seguindo a mesma linha, nunca imaginei que no final do ano algo que me surpreendesse pudesse começar a acontecer.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Cometi dois grandes erros. O primeiro foi crer no “nunca”. Palavra forte e que geralmente nos tira a credibilidade porque é difícil de cumprir, afinal tudo “sempre” muda&#8230; E o segundo, foi desacreditar no poder da vida de nos surpreender a qualquer momento. Ela (a vida) vem e te apresenta um fato novo quando geralmente você já tinha dado por encerrada a questão.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Este fim de ano chegou cheio de surpresas para mim. Quando eu já havia me acomodado na certeza de que a vida tinha me reservado o “mais ou menos”, ela me apresentou “o melhor”. E vou terminar 2011 já provando do melhor reservado para os meses e anos que virão&#8230;</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A vida é mesmo uma sequência de surpresas&#8230; Boas, ruins, “mais ou menos”&#8230; E que vêm no tempo certo, ainda que a gente insista para que seja no nosso momento. Ter paciência e cumprir a nossa parte é realmente tudo que nos cabe comandar, pois o restante é com ele (Deus) por meio da vida.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Assim, quebrando todos os meus paradigmas, o melhor de 2012 e dos anos que virão (se Deus quiser!) já começou para mim&#8230; Quem sabe é só uma questão de percepção. Perceba o que de mais bonito já está na sua vida: filhos, família, amigos, amor, projetos e ofereça também o seu melhor! Quem sabe grande parte dos itens da sua lista de projetos a iniciar já podem ser começados agora&#8230; Quem sabe até já estejam aí e você nem tenha percebido. Elimine o “nunca” e creia sempre nas surpresas da vida! Feliz 2012!</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Anoushe Duarte Silveira</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">é brasiliense, jornalista e bacharel em direito, pós graduada em documentário – com especialização em roteiros. Possui textos publicados em jornais e revistas e nos blogs </span></span><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.amigas-da-leitura.blogspot.com/"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.amigas-da-leitura.blogspot.com/</span></span></a></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> e </span></span><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.recantodasletras.com.br/"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.recantodasletras.com.br</span></span></a></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">. Possui livros publicados em co-autoria, selecionados em concursos literários.</span></span></p>
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		<title>Revista Cidadania &amp; Meio Ambiente n° 36</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 22:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A revista Cidadania &#038; Meio Ambiente, ISSN 2177-630X, foi conceituada como um veículo de comunicação para atuar como uma ferramenta de incentivo ao conhecimento e à reflexão, através de matérias, artigos de opinião, artigos técnicos e entrevistas, sempre discutindo cidadania e meio ambiente, de forma transversal e analítica. Sua distribuição é integralmente gratuita, visando contribuir]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.ecodebate.com.br/img/revista468x60.jpg" alt="RC&amp;MA" /></p>
<p>A revista Cidadania &#038; Meio Ambiente, ISSN 2177-630X, foi conceituada como um veículo de comunicação para atuar como uma ferramenta de incentivo ao conhecimento e à reflexão, através de matérias, artigos de opinião, artigos técnicos e entrevistas, sempre discutindo cidadania e meio ambiente, de forma transversal e analítica. Sua distribuição é integralmente gratuita, visando contribuir para com a socialização da informação socioambiental.</p>
<p>A revista também está disponível, no formato do Acrobat Reader, para livre acesso ou download gratuito. Caso queira fazer o download, clique, com o botão direito do mouse, em &#8220;Salvar como&#8221;.</p>
<p><img src="http://www.ecodebate.com.br/foto/rcma36.jpg" alt="Revista Cidadania e Meio Ambiente - Capa da edição n° 36" /><br />
<em>Capa da Revista Cidadania &#038; Meio Ambiente n° 36</em></p>
<p>¤ Para o acessar a Edição n° 36, com 2,23 Mb, clique <a href="http://ecodebate.com.br/pdf/rcman36.pdf"><strong>AQUI</strong></a> .</p>
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		<title>A Sabedoria da Vida, artigo de Anoushe Duarte Silveira.</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Dec 2011 19:42:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um ano que se vai&#8230;As cidades iluminadas com motivos natalinos, e um monte de gente com o coração voltado pra desejos disso ou daquilo: saúde, paz, prosperidade, realizações etc&#8230;Seria realmente muito bom se todos tivéssemos nossos corações voltados para votos positivos durante o ano todo, mas não posso deixar de admitir que é melhor]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a title="Noite de Natal por Ivagner, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/ivagner/2140523660/"><img src="http://farm3.staticflickr.com/2041/2140523660_12c3d3ca78.jpg" alt="Noite de Natal" width="334" height="500" /></a></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Mais um ano que se vai&#8230;As cidades iluminadas com motivos natalinos, e um monte de gente com o coração voltado pra desejos disso ou daquilo: saúde, paz, prosperidade, realizações etc&#8230;Seria realmente muito bom se todos tivéssemos nossos corações voltados para votos positivos durante o ano todo, mas não posso deixar de admitir que é melhor do que nada. Então pensei no que eu poderia desejar este ano, além é claro do que realmente importa: felicidade, paz, saúde, amor, proteção divina &#8230; E decidi desejar a nós todos paciência e sabedoria para entendermos que, como dizem os poetas Vinícius e Toquinho: &#8220;&#8230;a vida tem sempre razão&#8230;&#8221;</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Ter esse entendimento, na minha humilde avaliação, traz todo o resto. Por isso eu desejo de todo coração que prestemos atenção nos sinais da vida. Se a vida nos disser não vá, é melhor não ir, não adianta insistir porque vamos nos estrepar. A gente costuma fingir que não entendeu, fingir que não viu ou ouviu e mentir pra nós mesmos&#8230; Não adianta! Tem paz quem respeita os limites da vida e seus próprios limites; saúde quem, na maioria das vezes, cuida de seu corpo, porque contra as fatalidades não podemos lutar; realização tem aquele que vai em busca dela e daí quando a vida diz: &#8220;não é agora, mas lute pra que seja num futuro próximo&#8221; e a gente entende e aceita, ganhamos sabedoria, humildade, perseverança&#8230;</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Proteção divina nos foi ofertada com a vida, mas é sempre bom lembrar de cuidar um pouco da alma, do espírito, porque junto com a proteção divina também nos foi ofertado o livre arbítrio. Então é preciso saber o que pedimos, pensar antes de escolher nossos caminhos e parar de jogar a culpa em Deus quando algo deu errado nitidamente por causa de nossas más escolhas. Então, toda vez que a gente souber tirar ensinamentos dos tropeços que a vida nos presentear, estaremos recebendo muito mais bênçãos e nos tornando muito mais fortes.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Ela nos testa o tempo todo, mas o bom é que cada uma errada não anula necessariamente uma certa. Ao contrário, às vezes é mesmo preciso errar para achar a resposta.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Desejo então que a gente pare de brigar com a vida, porque ela sempre tem razão!!!! Vai nos cobrar quando falharmos, mas quase sempre nos dará a chance de renovar, refazer ou ao menos nos resignar e não fazer de novo. Quanto mais soubermos entender isso, mais teremos felicidade, mais saberemos amar e mais amor vamos receber. É isso que desejo para todos nós, de todo o coração!!!!</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>Feliz Natal </strong></span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><strong><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Anoushe Duarte Silveira </span></span></strong><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">é brasiliense, jornalista e bacharel em direito, pós graduada em documentário – com especialização em roteiros. Possui textos publicados em jornais e revistas e nos blogs </span></span><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.amigas-da-leitura.blogspot.com/"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.amigas-da-leitura.blogspot.com/</span></span></a></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">e </span></span><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.recantodasletras.com.br/" target="_blank"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.recantodasletras.com.br</span></span></a></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">. Possui livros publicados em co-autoria, selecionados em concursos literários.</span></span></p>
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