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As ações serão realizadas nos estados do Acre, Amazonas, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Piauí, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, Sergipe, São Paulo e Tocantins7
As inscrições para seleção de entidades interessadas em reaplicar tecnologias sociais em empreendimentos do Programa Minha Casa Minha Vida seguem abertas até o dia 30 deste mês. As ações serão realizadas nos estados do Acre, Amazonas, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Piauí, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, Sergipe, São Paulo e Tocantins.Clique aqui e veja a lista dos empreendimentos, separados por estado e municípios.
As instituições serão selecionadas pelo projeto “Moradia Urbana com Tecnologias Sociais” para reaplicar cinco metodologias em 124 empreendimentos imobiliários, em 84 municípios, distribuídos em 22 estados,destinados a famílias com renda mensal de até R$ 1.600 atendidas pelo Programa Nacional de Habitação Urbana (PNHU).
Entre as soluções reconhecidas e certificadas pelo Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social estão as opcionais “Bibliotecas Comunitárias Vaga Lume”; “Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos e Agricultura Urbana – Revolução dos Baldinhos”; “Produção Agroecológica de Alimentos em Meio Urbano”; “Rede Criar – Joias Sustentáveis na Ilha das Flores”; e a obrigatória “Transformando Realidades por meio da Mobilização e Organização Comunitária”.
O Conjunto Residencial Candelária, em Volta Redonda (RJ), é um bom exemplo de como essa iniciativa está dando certo. Lá, a primeira etapa do trabalho com a tecnologia social “Transformando Realidades por meio da Mobilização e Organização Comunitária” já foi concluída. Os moradores já escolheram a segunda metodologia e, em breve, começam a produzir joias sustentáveis, com base na solução desenvolvida pela Rede Criar.
O investimento social no projeto é de R$ 20 milhões da Fundação BB e a iniciativa vai trabalhar os diversos aspectos entre os moradores atendidos pelo programa – conscientização para a gestão correta dos resíduos sólidos; implantação de bibliotecas públicas para a democratização do acesso à cultura; reaproveitamento de material reciclável para a geração de renda e o incentivo da produção agroecológica com o propósito de trazer a segurança alimentar.
O Candelária abriga 144 famílias e, de a acordo com a coordenadora do projeto, Ana Burgos, os moradores veem na iniciativa uma forma de integração com os vizinhos e também uma excelente oportunidade de melhorar a renda. “Muitos moradores desse residencial já têm experiência com trabalhos artesanais e a Rede Criar chega para proporcionar mais conhecimentos na área”, disse.
Clique aqui para acessar o edital.
Fonte: Fundação BB – Imprensa, Em 15/06/2016 – [email protected]