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FAO e Brasil promovem projetos de alimentação na América Latina e Caribe e outras regiões. Foto: Agência Brasil/Tomaz Silva.
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O Brasil ofereceu um aporte adicional de 17 milhões de dólares para projetos em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), reforçando o papel do país como ator-chave na luta contra a fome na região e em outras partes do mundo.
Os novos recursos elevam para mais de 100 milhões de dólares o total do financiamento brasileiro a projetos conduzidos pela FAO. Projetos recentes, aprovados durante o mês de dezembro, incluem desde programas de alimentação escolar a políticas de consultoria de agricultura familiar ao setor pesqueiro na América Latina e África.
A FAO ainda pretende assinar um novo memorando de entendimento com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), que tem sido fundamental para o país em sua transição de importador de alimentos para grande produtor agrícola. O acordo impulsionará a participação da FAO na Cooperação Sul-Sul.
No total, o Brasil apoia mais de 27 projetos da FAO, igualando-se aos 10 maiores contribuintes da Organização, ao lado dos países do G7, da Noruega e da Arábia Saudita.
Forte defensor da Cooperação Sul-Sul, o Brasil tem compartilhado as políticas do Programa Fome Zero, adotada no país em 2003 e que tirou milhões de brasileiros da extrema pobreza, com os países da América Latina, Caribe e África. As recentes contribuições atestam o quão diversificada tem sido a contribuição do país à FAO, que abrange vários de seus ministérios e instituições.
Um agricultor em sua fazenda: trabalho conjunto da FAO e do Brasil para promover aquicultura no Caribe e outras regiões. Photo: ©FAO/Luca Tommasini.
Entre os novos recursos anunciados pelo Brasil, incluem-se US$ 5 milhões para apoiar um projeto de pesca na África; US$ 4 milhões para um novo projeto regional para a África que promoverá o intercâmbio e o diálogo político relacionado à agricultura familiar; US$ 3,5 milhões para expandir a cobertura geográfica do atual projeto de alimentação escolar na América Latina e no Caribe; e US$ 4,3 milhões para um projeto voltado à promoção da aquicultura de pequena escala na América Latina. Deve-se ainda adicionar US$ 5 milhões em espécie que se somam aos US$ 5 milhões em dinheiro para beneficiar a aquicultura no continente africano.
A FAO ainda pretende assinar um novo memorando de entendimento com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), que tem sido fundamental para o país em sua transição de importador de alimentos para grande produtor agrícola. O acordo impulsionará o patrocínio da FAO na Cooperação Sul-Sul.
Atualmente, o Brasil apoia mais de 27 projetos com a FAO, num montante total de quase US$ 100 milhões. Assim, já figura entre os 10 maiores contribuintes da organização, ao lado dos países do G7, da Noruega e da Arábia Saudita.
Forte defensor da Cooperação Sul-Sul, o Brasil tem compartilhado as políticas do Programa Fome Zero, adotada no país em 2003 e que tirou milhões de brasileiros da extrema pobreza, com os países da América Latina, Caribe e África. As recentes contribuições atestam quão diversificada tem sido a contribuição do país com a FAO, que abrange vários de seus ministérios e instituições.
Fonte: Boletim da ONU nº 185. Publicado em 06/01/2015.
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