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Mudanças climáticas ameaçam florestas europeias

As florestas cobrem um bom terço da massa de terra da Europa. Eles desempenham um papel importante na regulação do clima e do ciclo hídrico. Fornecem lenha, servem de habitat a uma vasta gama de espécies e de área de lazer para o ser humano. Alguns cientistas chegam a sugerir o florestamento como uma medida para mitigar as mudanças climáticas, uma vez que as florestas absorvem CO 2contanto que eles cresçam.
Desmatamento e insustentabilidade da população mundial, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

O crescimento demoeconômico dos últimos séculos tem sido mortal para o meio ambiente. Havia 6 trilhões de árvores no mundo no passado (Bastin et. al. 05/07/2019). Mas a humanidade destruiu a metade das florestas desde o crescimento exponencial da população e da economia a partir da Revolução Industrial e Energética. O número de árvores no mundo hoje em dia está em torno de três trilhões de unidades. Mas o pior é que os seres humanos estão destruindo 15 bilhões de árvores por ano, enquanto o aparecimento de novas árvores e o reflorestamento é de somente 5 bilhões de unidades. Ou seja, o Planeta está perdendo 10 bilhões de árvores por ano e pode eliminar todo o estoque de 3 trilhões de árvores em menos de 300 anos.
O mundo pode ficar mais verde se metade da Terra for para a natureza, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

A população mundial passou de 1 bilhão em 1800 para quase 8 bilhões de habitantes em 2020, enquanto o número de árvores no mundo caiu de 6 trilhões para 3 trilhões de unidades, segundo o estudo de Bastin et. al. (05/07/2019). Mas o pior é que os seres humanos estão destruindo 15 bilhões de árvores por ano, enquanto o aparecimento de novas unidades e o reflorestamento é de somente 5 bilhões. Ou seja, o Planeta está perdendo 10 bilhões de árvores por ano e pode eliminar todo o estoque de 3 trilhões de árvores em 300 anos.
Uma breve análise sobre o papel fundamental das florestas tropicais primárias e secundárias, Artigo de Bruno Versiani dos Anjos

Conforme é devidamente sabido, as chamadas florestas tropicais secundárias, de maneira geral, absorvem mais carbono atmosférico. Fato conceitualmente claro, pois, como estão crescendo incorporam carbono. As florestas tropicais primárias, nesse quesito, já se estabilizaram. Emitem a mesma quantidade de carbono que absorvem. As florestas tropicais secundárias, como ainda estão crescendo, absorvem mais carbono.
Coalizão apresenta seis medidas para a queda rápida do desmatamento

Documento foi enviado às principais autoridades, como o Presidente Jair Bolsonaro, vice-presidente Hamilton Mourão, os ministros da Agricultura, Meio Ambiente, Economia, líderes e parlamentares da Câmara e do Senado Federal e também as embaixadas e o Parlamento Europeu. O desmatamento está colocando em xeque o desenvolvimento do Brasil – e não só por conta das repetidas ressalvas que vêm de governos, investidores, importadores e varejistas internacionais.
Restaurar florestas degradadas recupera serviços ecossistêmicos e armazena carbono

O desmatamento remove o carbono acima do solo na forma de árvores, reduzindo o tamanho dos estoques globais de carbono no processo. Uma vez que as florestas são degradadas, muitas vezes são percebidas como tendo pouco valor ecológico, apesar das evidências de sua capacidade de continuar a fornecer importantes serviços ecossistêmicos e armazenar quantidades significativas de carbono.
Restauração ecológica, caminho para superarmos a crise hídrica, artigo de Natasha Choinski

Como jamais visto, o Paraná enfrenta há meses uma séria crise hídrica, potencializada por um momento de pandemia, que não será tão simples de superar. A maioria dos reservatórios de abastecimento público, principalmente os da capital paranaense, estão muito abaixo do nível normal. Além disso, o momento de estiagem ainda pode se estender por, no mínimo, mais um mês.
ODS 15: Vida Terrestre, Artigo de Luiz Carlos Aceti Junior, Maria Flavia Curtolo Reis e Lucas Reis Aceti
É de se questionar por que tanto se fala de proteção às florestas e pouco se informa a respeito da desertificação dos solos. Dados provindos da ONU apontam que 13 (treze) milhões de hectares de florestas estão sendo perdidos a cada ano. É um número significativo. Entretanto, não se dá destaque equivalente ao fato de que devido à seca e desertificação -dados também da ONU- 12 (doze) milhões de hectares são perdidos ao ano (23 hectares por minuto), espaço em que 20 milhões de toneladas de grãos poderiam ter crescido (e alimentado uma infinidade de famílias).
ODS 15: Vida Terrestre, artigo de Luiz Carlos Aceti Junior, Maria Flavia Curtolo Reis e Lucas Reis Aceti

Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade É de se questionar por que tanto se fala de proteção às florestas e pouco se informa a respeito da desertificação dos solos.
11% das florestas tropicais úmidas degradadas podem ser restauradas para maiores benefícios de carbono, água e vida selvagem

Pesquisadores apontam pontos críticos de restauração em 15 países, incluindo o Brasil, a Indonésia, a Índia e a Colômbia, em quatro continentes, onde as florestas revitalizantes proporcionariam os maiores benefícios de carbono, água e vida selvagem Em um relatório revisado por pares divulgado, os pesquisadores identificaram mais de 100 milhões de hectares de florestas tropicais