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“Ossinhos” da fome: famélicos e insegurança alimentar na pandemia de COVID-19 no Brasil

São vinte milhões de pessoas, aproximadamente, sem ter o que comer e mais da metade da população brasileira sofrendo diferentes níveis insegurança alimentar. Dois dos episódios mais recentes dessa grave crise vieram à tona na última semana. Imagens de prateleiras de um supermercado, em Cuiabá/MT, amplamente divulgadas nas redes sociais, mostravam a venda de fragmentos de arroz e de bandinha de feijão para consumo humano. São produtos que, anteriormente, eram destinados à ração animal e/ou descartados.
Brasil ultrapassa 500 mil óbitos da covid-19 com rejuvenescimento das vítimas, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

Existe um consenso entre os cientistas de que estes números exagerados do Brasil poderiam ter sido evitados se o Governo Central tivesse adotado medidas de saúde pública adequadas. O Brasil registrou 500 mil óbitos da covid-19 no sábado, dia 19 de junho. É a maior tragédia brasileira. Nunca houve um evento tão mortífero quanto a pandemia do novo coronavírus (mesmo com subnotificações). Foram 195 mil vidas perdidas em 2020 e já são mais de 300 mil em 2021. Consequentemente, a expectativa de vida caiu cerca de 2 anos no ano passado e deve cair em maior proporção no atual ano. Das 500 mil mortes, 150 mil foram de pessoas abaixo de 60 anos e 350 mil de idosos (60 anos e +), sendo 280 mil homens e 220 mil mulheres.
Perda de biodiversidade exige repensar a economia global

O estudo, conduzido por investigadores da Universidade de Lancaster, da Universidade da Colúmbia Britânica e da Universidade Duke, demonstra o incumprimento dos compromissos relacionados à Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), um importante tratado multilateral assinado com o objetivo de conservar a biodiversidade, utilizá-la de forma sustentável e partilhar equitativamente os seus benefícios.
Fiocruz e Butantan: marcas da ciência nacional, artigo de Alexandre Mutran

A pandemia está nos trazendo uma incrível descoberta: a importância do contexto histórico para uma marca ganhar um novo significado, muitas vezes sem alterar sua imagem ou mix de produtos ou serviços. O momento histórico trata de jogar luz sobre o que estava oculto, seja por falta de demanda ou valorização cultural.
A fome vem ai e não é culpa do lockdown: Fora Bolsocaro! artigo de José Eustáquio Diniz Alves

O Brasil está passando por uma crise sanitária inigualável, conjuntamente com uma enorme crise econômica, com aumento da pobreza e da fome. Junto à emergência sanitária o Brasil vive as emergências do desemprego e da insegurança alimentar. Ao contrário do que diz a “Curva de Phillips”, a baixa atividade econômica e a ociosidade da estrutura produtiva não derrubou a inflação. O IPCA, calculado pelo IBGE, subiu 5,2% nos últimos 12 meses e o preço dos alimentos subiu 15% no mesmo período. O Brasil vive um cenário terrível marcado pela estagflação (estagnação + inflação). Assim, depois de 6 anos de juros em baixa, o Banco Central do Brasil elevou a taxa de juros básica, no dia 17/03, sinalizando novo ciclo de alta e dificultando a retomada das atividades econômicas.
A marca da melhor vitamina C e de Zinco chama-se feira livre

Um estudo da Clínica Cleveland, nos Estados Unidos, publicado no periódico científico JAMA, indica que incluir suplementos de vitamina C e Zinco no tratamento da Covid-19 não faz diferença no controle dos sintomas, mesmo quando consumidos juntos. A marca da melhor vitamina C e de Zinco, chama-se feira livre afirma especialista sobre o excesso no uso de suplementos, vitaminas e minerais
Com a pandemia, 2021 começa com alta no preço da comida, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

A pandemia da covid-19 provocou um grande abalo na economia brasileira em 2020 e o aumento do preço dos alimentos contribuiu para o aumento da inflação. Os analistas nacionais consideram que o preço dos alimentos não devem subir muito em 2021 no Brasil, embora devam permanecer em elevado patamar. Mas com o agravamento da 2ª onda pandêmica e mais de 30 milhões de brasileiros desempregados ou subutilizados o ano de 2021 não será fácil.
Alimentação saudável pode ajudar a diminuir a ansiedade
De um modo geral, os alimentos ricos em ômega 3, fibras, vitamina D, probióticos e triptofano – aminoácido encontrado em carnes, frango, peixes, ovos e também no chocolate – são essenciais para aperfeiçoar a função cerebral, aumentar a produção de serotonina, melhorar o humor, regular a flora intestinal e os níveis de açúcar no sangue, dar energia e disposição, majorar a sensação de saciedade e controlar os níveis de ansiedade. “Também recomendo o consumo dos chás verde, camomila, erva-doce, cidreira e hortelã, que cooperam no processo de digestão e são calmantes naturais. Eles devem ser consumidos sem a adição de açúcar”, ressalta.
Aumento da violência contra a mulher em tempos de covid-19, Artigo de Sandra Morais Ribeiro dos Santos

Falar em violência contra as mulheres não é algo novo, para nossa tristeza e vergonha. Em pleno século XXI, quando festejamos tantas conquistas humanas do conhecimento e técnica, ainda precisamos discutir, ensinar e pior, enfrentar casos de barbáries sendo cometidas pelo ser humano. Viver com medo é algo, infelizmente, corriqueiro para uma parcela da população feminina brasileira e mundial. O medo, a falta de paz, de tranquilidade, de união, de aconchego, de um lar, de uma família. Medo do outro, de suas reações explosivas e inconsequentes, abusos psicológicos, ofensas e ciúmes inconcebíveis. Desespero e vergonha substituem a paixão, o amor, o respeito e a harmonia familiar.
O Brasil diante de uma possível segunda onda de COVID-19
A epidemia pelo Sars-Cov-2 mostra sua capacidade de, rapidamente ampliar a transmissão e aumentar o número de casos com uma repetição do início de 2020, o que assombra as autoridades sanitárias europeias. “Nessa segunda onda nós temos uma taxa de mortalidade menor, por um lado, resultado da experiência dos profissionais da Saúde que aprenderam a lidar com os pacientes mais críticos e diminuíram a letalidade da doença e, por outro, o registro de maior número de casos entre os jovens, o que não ocorreu no começo da pandemia. Observando o que acontece na Europa, o Brasil tem uma nova chance de aprender com essa experiência e conter a expansão já elevada da transmissão da COVID-19.