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Há um ano, no mês de agosto, morreu a cantora mexicana, de origem costarriquenha, Izabel Vargas Lizano, mais conhecida como Chavela Vargas. A artista tinha 93 anos e uma vida intensa, assim como sua voz. Chavela foi autora de mais de 80 álbuns de canções rancheiras mexicanas. Não conhecia sua história de vida e, quando
Está em marcha acelerada no mundo, um triste fenômeno, que atesta o fracasso da revolução verde e de seus métodos destruidores: um bilhão e duzentos milhões de pessoas sem acesso à alimentação mínima necessária para manterem-se capazes de executar algum trabalho para garantir a segurança alimentar individual e de seus familiares no mundo, mas, para
Mesmo que habituada a ler o noticiário da chamada área ambiental, qualquer pessoa sentirá certo desconforto ao tomar conhecimento do teor do último relatório da Agência Internacional de Energia, divulgado em junho, assim como do conteúdo da discussão a respeito no Carnegie Endowment for International Peace, com a presença do economista-chefe da agência, Fatih Birol;
FRITJOF CAPRA é um dos pensadores mais importantes no campo da ecologia entendida como novo paradigma. Amigo e interlocutor, juntos temos acompanhado o grande projeto CULTIVANDO ÁGUA BOA da Itaipu Binacional que ele considera como um dos experimentos ecológicos mais bem sucedidos do mundo. Ofereceu-se para escrever o prefácio do livro que escrevi com o
Desde criança tenho, como todo mundo, meus medos. Já foram maiores: medo de ver meu pai bravo, de ser obrigado a comer jiló, de tirar zero na prova de matemática. Medo, sob a ditadura, de me ver abordado por uma viatura policial. Medo, sob a chuva capixaba, de que meu barraco na favela, erguido à
O noviço indagou do mestre como exercitar a virtude da paciência. O mestre submeteu-o ao primeiro dos três exercícios: caminhar todas as manhãs pela floresta vizinha ao mosteiro. Disposto a conquistar a paciência e livrar-se da ansiedade que o escravizava – a ponto de ingerir alimentos quase sem mastigá-los, tratar os subalternos com aspereza, falar
“O candeeiro se apagou, o sanfoneiro cochilou, a sanfona não parou e o forró continuou …” Como bem disse o saudoso Luiz Gonzaga, foi-se o sanfoneiro, mas a sanfona não para e o forró continua. Quando perdemos Gonzagão, o forró continuou com seu herdeiro artístico, Dominguinhos, e, agora, a música e o legado de Dominguinhos
Na área emocional, o mal do século XXI é a depressão, como a histeria foi o mal do século XIX. Sabe-se que a histeria era comum na era vitoriana, de repressão sexual, mas depois das mudanças culturais do século XX se tornou rara na Europa. Mas quais as causas da depressão, agora, como um fenômeno
Tolerância é a capacidade de aceitar o diferente. Não confundir com o divergente. Intolerância é não suportar a pluralidade de opiniões e posições, crenças e idéias, como se a verdade fizesse morada em mim e todos devessem buscar a luz sob o meu teto. Conta a parábola que um pregador reuniu milhares de chineses para
Anton Walter Smetak, o alquimista dos sons, e por que não dizer o alquimista das artes?, violoncelista, gênio da música experimental, escritor, escultor, poeta, filósofo… Definitivamente o alquimista das artes, esse suíço, que viveu no Brasil desde 1937, estaria completando 100 anos este ano. Hoje, a homenagem é para ele! Em 1957, o suíço encontrou