Peça “A Quadrilha” revisita poema Clássico de Carlos Drummond de Andrade.
“João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém. João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história” Um dos trabalhos
Inspiração realista, artigo de Anoushe Duarte Silveira.
Esta semana fui a um sarau em Brasília sobre o escritor Jorge Amado. Houve leitura de textos do autor intercalados a belíssimas interpretações de músicas afro-brasileiras, com tumbadoras e atabaques, lembrando o candomblé tão presente em sua obra. E durante a narração, o que mais me encantou foi a sensualidade que pairou no ar, sensualidade
Tempos líquidos, artigo de Anoushe Duarte Silveira.
Na semana passada, fui assistir ao documentário polonês Jardins Lawnswood, do festival É tudo verdade, em Brasília. No filme, após a morte de sua esposa, o filósofo e sociólogo Zygmunt Bauman, um dos mais consistentes críticos ao modo de vida pós moderno, traça um panorama de sua vida e obra e discorre sobre a sociedade
Cinema no Rio São Francisco 2012 – 7ª Edição – 20 de abril
Telão inflado, projetor ligado, cadeiras a postos. Tudo pronto para mais uma sessão do Projeto Cinema no Rio São Francisco, que desde 2004 percorre o rio da integração nacional com o objetivo de democratizar o acesso à cultura exibindo filmes para as comunidades ribeirinhas. Esse ano o projeto completa sete anos de difusão da sétima
Louca perfeição, artigo de Anoushe Duarte Silveira.
A busca incessante pela perfeição leva à loucura? Longe de mim tentar entender o que é loucura e o que é normal. Afinal, ¨de perto ninguém é normal¨. E parece mais difícil ainda tentar entender a tênue linha que separa a loucura da genialidade. Comecei a refletir sobre isso quando fui à exposição do Pixinguinha
Redonda rosa de água , artigo de Anoushe Duarte Silveira.
A percepção dos próprios sentidos muda completamente de uma pessoa para outra. O olhar poético de Pablo Neruda, por exemplo, enxerga uma cebola como “um planeta a reluzir… redonda rosa de água… com escamas de cristal”. A mesma cebola aguça o olfato dos chefes mais exigentes ou tão somente dos amantes de uma boa comida.
Millôr Fernandes, sempre original , artigo de Anoushe Duarte Silveira.
“Eu sofro de mimfobia/ Tenho medo de mim mesmo/ Mas me enfrento todo dia”. Há pessoas que colecionam figurinhas, selos, carros antigos. Esta semana morreu um colecionador de frases, como essa do início do parágrafo, que eu gostaria de ter escrito: Millôr Fernandes. Não só de frases, mas também de talentos, destacou-se como jornalista, escritor,
O poder da música, artigo de Anoushe Duarte Silveira.
Foto de Raquel Bertoletti – Flickr do Yahoo Recebi um daqueles bilhetinhos da escola do meu filho onde os educadores descreveram a importância da música na vida da criança, de saber expressar-se musicalmente. “Com a música, a criança aprende a ter paciência, autodisciplina e desenvolve uma parte importante da coordenação motora, memória e
O sangue do escritor, artigo de Anoushe Duarte Silveira.
Por que escrever é tão intenso? Já ouvi ou li a descrição de alguns autores sobre o processo da escrita e muitos deles têm o ato de escrever como uma necessidade quase fisiológica. Conseguir ver e descrever o mundo em palavras transforma o seu dia, o seu humor, a sua capacidade de lidar com as




