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O verão no hemisfério norte está marcado pelo clima extremo, ondas de calor letais e secas severas. E isto está cada vez mais frequente.
Até agora, no Brasil, não há qualquer ação para que as cidades se preparem para as emergências climáticas. Avisos não faltam.
Durante as ondas de calor, a informação pública dirigida às pessoas e aos prestadores de cuidados sociais é fundamental, especialmente para os cidadãos mais vulneráveis.
A Fundação Cidade das Artes e o Instituto Mar Adentro farão o “Circuito Meio Ambiente – A Batalha da Natureza” em junho, mês marcado pelo Dia Mundial do Meio Ambiente (05) e o Dia Mundial dos Oceanos (08).
Dentro da oferta turística do Brasil, o turismo ecológico está virando tendência. Para quem não sabe do que se trata, o Ecoturismo – como foi denominado pelo Ministério do Meio Ambiente em 1994 – é um segmento importante dentro da indústria que procura promover a educação ambiental através da utilização do patrimônio natural e cultural de forma sustentável, sem alterar o equilíbrio do meio ambiente.
As crianças moradoras de centros urbanos estão cada vez mais distantes do nosso primeiro lar, a natureza. Essa é uma conclusão do Instituto Alana, apoiador da ação Um Dia No Parque (UDNP) 2022 e que há quase 10 anos desenvolve pesquisas sobre os benefícios da vivência em ambientes naturais na primeira fase da vida.
Apostas em experiências de contato com a natureza crescem em Goiás. Pirenópolis recebe estância com cabanas entremeadas a árvores e com vista privilegiada para o pôr-do-sol. Hospedar-se em uma cabana, visitar cachoeiras ou grutas, praticar rapel, arvorismo ou conhecer as belezas de uma reserva natural. O ecoturismo tem conquistado cada vez mais adeptos e Goiás desperta para ampliar as experiências dos turistas. De acordo com Organização Mundial do Turismo (OMT), essa modalidade cresceu de 15% a 25% nos últimos cinco anos.
A Indústria 4.0, também conhecida como a Quarta Revolução Industrial, contempla um sistema de tecnologias refinadas e avançadas, que estão provocando mudanças substanciais nas formas de produzir e nos modelos de negócios, tanto no Brasil quanto no cenário internacional. Alguns exemplos dessas tecnologias são a inteligência artificial, a robótica, a internet das coisas e computação em nuvem, dentre outros.
Desde o surgimento das primeiras tecnologias, o ecossistema mundial tem sofrido com os impactos causados por elas. Com o passar do tempo e com o agravamento da situação do meio ambiente, cada vez mais, ferramentas de gestão estão sendo potencializadas, não somente com o intuito de facilitar a jornada de compra do cliente e a rotina do colaborador, mas também em prol dos impactos ambientais.
Com o cenário de crise hídrica pelo qual o País vem passando, as chuvas de primavera são aguardadas com ansiedade. No entanto, mesmo com a chegada delas, a previsão é que os reservatórios continuem abaixo dos níveis indicados. O prognóstico é que a recuperação dos sistemas de abastecimento levará cerca de dois anos, sendo que o cenário de estiagem deve se estender pelo menos até o primeiro semestre de 2022.
Recentemente foi divulgado novo relatório pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC) informando que a mudança do clima já está acontecendo e de forma mais rápida e intensa do que se imaginava, como resultado da ação humana (antrópica). O IPCC também lançou um Atlas Interativo em que se pode visualizar a projeção do clima futuro com relação às temperaturas e à precipitação, a partir dos cenários de aquecimento de aumento da temperatura média global em 1,5oC, 2oC e 4oC.
A Divisão de População da ONU estima que haja 2,23 bilhões de crianças e adolescentes de 0 a 16 anos e 2,48 bilhões de 0 a 18 anos, em 2020, sendo que a Unicef estima que cerca de 1 bilhão de crianças e adolescentes estão altamente exposta à escassez de água e a níveis extremamente altos de poluição do ar. A apresentação do relatório foi feita pela ativista Greta Thunberg.