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A constatação de que a busca pelo bem-estar humano – quando envidada pelo bom uso dos fundamentos macroeconômicos – é antagônica e ameaçadora à própria ideia de sustentabilidade, pode ser claramente percebida pela “tensão” provocada pela atividade econômica sobre o mundo natural, principalmente a partir das condições impostas para se alcançar mais crescimento econômico. Por
CASSAL et. al. (2014) concluem sua reflexão assegurando que no Brasil, os casos de intoxicação por agrotóxicos apresentam grande subnotificação e descentralização de informações, decorrentes de fatores diversos, como dificuldade de acesso dos agricultores às unidades de saúde, inexistência de centros de saúde em regiões produtoras importantes, dificuldade de diagnóstico e de relacionar os problemas
Em 2014, 156,4 milhões de brasileiros que vivem em áreas urbanas tinham acesso à rede pública de abastecimento de água. O número representa 93% dos moradores das cidades do país. Na área de saneamento, 96,8 milhões eram atendidos por redes coletoras de esgoto, o que significa 57,6% da população urbana. Os dados fazem parte
Pode ser a hora de repensarmos nossas dietas, diz a médica Saleyha Ashan, que participou do programa da BBC Trust me, I’m a Doctor (Confie em mim, sou médico, em tradução literal), que foi conhecer a pesquisa israelense in loco. “Admito que, como a maioria da população, estou em uma eterna batalha para perder peso.
A população brasileira está passando por uma grande transformação de sua estrutura de sexo e idade, com a redução da base da pirâmide e o alargamento do topo. Mas o processo de envelhecimento não se dá de maneira homogênea entre os diversos grupos quinquenais. O ritmo de crescimento é maior nas idades mais avançadas. Ou
Brasil é considerado “lixeira tóxica” na produção de alimentos. Dos 50 defensivos mais utilizados no país, 22 são proibidos na Europa. No Dia Mundial de Combate aos Agrotóxicos, 3 de dezembro, os Ministérios Públicos Federal e do Trabalho no Mato Grosso do Sul realizaram evento em Campo Grande para alertar a população sobre os riscos
Agir no nível local e consumir de maneira consciente estão entre as principais formas de reduzir o impacto climático da indústria alimentar, responsável por cerca de 50% das emissões globais de gases de efeito estufa Atualmente, 800 milhões de pessoas no mundo sofrem com a fome, o que representa 11% da população vivendo em situação
Investigadores norte-americanos consideraram que o efeito das alterações climáticas pode levar ao desaparecimento, a longo prazo, de grandes cidades como Xangai, Bombaim e Hong Kong, mesmo se o aquecimento global for limitado a 2 graus Celsius (°C). O estudo do instituto Climate Central, divulgado no domingo (8) à noite e três semanas antes da Conferência
“O Brasil precisa reconhecer que é um país em rápido processo de envelhecimento e fazer disso uma prioridade, tanto na definição de políticas públicas quanto na alocação de recursos”: a afirmação é de Maria Lúcia Lebrão, professora titular sênior da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Lebrão coordena o “Estudo Sabe –