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Escutei o termo “Detetive de sonhos” em uma reportagem veiculada há algum tempo na televisão sobre a escolha da profissão. O psicoterapeuta entrevistado usou o termo ao dizer que os pais devem pesquisar as novas profissões e descobrir os anseios de seus filhos para ajudá-los na escolha. Ele enfatizou que não é correto abster-se
Com vários pronunciamentos, dirigentes da ONU assinalaram no início deste mês que já estamos a menos de mil dias do final de 2015, prazo para que se cumpram os chamados Objetivos do Milênio, dos quais ainda estamos bastante distantes – basta lembrar, como alguns deles fizeram e foi mencionado aqui na semana passada, que neste
Em parte, o desamparo atual que toma conta de grande parte da humanidade, se deriva de nossa incapacidade de sonhar e de projetar utopias. Não qualquer utopia. Mas aquelas necessárias que podem se transformar em topias, quer dizer, em algo que se realiza, mesmo imperfeitamente, nas condições de nossa história. Caso contrário, nosso futuro comum, da vida
Este mês são lembrados os 30 anos da morte de Clara Nunes. Eu tinha quase nove anos quando ela se foi, aos quarenta, e me lembro vagamente da comoção de seus fãs, principalmente por ter sido uma morte tão repentina e de alguém tão talentosa e jovem. Ela era realmente muito querida por seu público.
Que será do mundo com o avanço exponencial da informática e da robótica tomando de assalto todas as áreas, da comunicação à política, em todos os países, da economia e das finanças à guerra entre nações? Como será esse mundo em que a imensa maioria das pessoas estará conectada, por computadores ou telefones, às redes
É impressionante como boa parte da sociedade e dos meios empresariais – no Brasil e fora daqui – continua a entender que temas como conservação de florestas, biodiversidade e mudanças climáticas nascem da fantasia de “ambientalistas” desocupados e extravagantes. Não levam em conta, na sua visão crítica dos “ambientalistas”, os impactos negativos da predação
Li recentemente uma declaração do escritor peruano Mario Vargas Llosa sobre a mercantilização “exagerada e sem critérios” das artes plásticas. Ele disse:“Nas artes, a palhaçada chegou a termos grotescos, a ponto de museus importantes pagarem centenas de milhões por um tubarão no formol.” O escritor referiu-se ao Hay Festival Cartagena 2013, na Colômbia, realizado no
Hoje eu me lembrei de uma peça de teatro chamada “A Carne do Mundo”, que assisti há alguns anos. O espetáculo é denso, com recursos da psicanálise e da literatura, e tem a proposta de discutir as perversões presentes no dia-a-dia das relações amorosas. E o que mais me chamou a atenção foram os diálogos.