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Uma bomba-relógio está prestes a explodir no bolso dos milhões de consumidores de energia elétrica do Brasil. Agravada pelos impactos da pandemia do novo coronavírus, a ineficiência do setor elétrico já anuncia próximos anos de grandes aumentos na conta de luz. Somente em 2021, a inflação média prevista no começo do ano era de 14,5%, segundo o estudo elaborado pela TR Soluções, empresa de pesquisa aplicada ao setor de energia.
Uma equipe de pesquisa que trabalha com Simon Haberstroh e a Profa. Dra. Christiane Werner da cadeira de Fisiologia de Ecossistemas do Instituto de Ciências Florestais e Recursos Naturais (UNR) da Universidade de Freiburg está investigando isso. Em conjunto com colegas do Centro de Investigação Florestal da Escola Superior de Agricultura da Universidade de Lisboa em Portugal e do Instituto de Meteorologia e Investigação Climática do Instituto de Tecnologia de Karlsruhe – KIT,publicaram as suas conclusões na revista especializada“New Phytologist.”
Parece que a humanidade, representada tanto pela população em geral quanto por seus governantes, seus empresários, suas as lideranças religiosas, educacionais e das organizações da sociedade civil, em todos os níveis, em todos os países, com raríssimas exceções, estão em uma corrida louca, desvairada, em sua sanha destruidora da natureza, no firme propósito de tornar impossível todas as formas de vida no planeta terra, incluindo o próprio ser humano.
Pesquisadores relatam que as águas pluviais podem ser uma grande fonte de microplásticos e fragmentos de borracha para corpos d’água Nas cidades, chuvas fortes levam embora a lama que se acumula nas calçadas e estradas, recolhendo todo tipo de entulho. No entanto, a quantidade de poluição microplástica eliminada por esse escoamento é atualmente desconhecida. Agora,
O estudo, conduzido por investigadores da Universidade de Lancaster, da Universidade da Colúmbia Britânica e da Universidade Duke, demonstra o incumprimento dos compromissos relacionados à Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), um importante tratado multilateral assinado com o objetivo de conservar a biodiversidade, utilizá-la de forma sustentável e partilhar equitativamente os seus benefícios.
A mudança nas condições climáticas, as modificações intensas nos diferentes ecossistemas, liberação de substâncias industrializadas nos oceanos e nos ares, bem como a mudança de hábitos alimentares associados a estilos de vidas típicos de século XXI, contribuíram para que os organismos microscópicos que até outrora, não apenas faziam/fazem parte da nossa constituição biológica se modificassem, como, também, em alguns casos, fossem totalmente substituídos (HAAHTELA et al, 2013).
De tempos em tempos aparecem notícias falando sobre o garimpo ilegal no Brasil. Estaríamos falando de proteção de terras indígenas e de uma questão ambiental, dentro do tema ESG (ambiental, social e de governança)? Sim, mas estamos também falando de compliance anticorrupção, prevenção à lavagem de dinheiro e combate ao crime organizado. Por isso, o compliance deve ter uma visão holística e sustentável.
Visando uma compreensão mais sólida sobre o tema “Educação Ambiental”, a redação EcoDebate selecionou alguns artigos que podem ajudar a entender melhor e, quando possível, utilizar as ferramentas e metodologias sugeridas.
Boa leitura e sucesso na sua iniciativa em Educação Ambiental:
Em determinadas regiões do globo, são registrados efeitos climáticos cada vez mais intensos, como furacões, ciclones e tufões, geralmente vistos no hemisfério Norte, mas já presenciados nas nações mais ao Sul, como ciclones e tufões que promovem destruição por onde passam, causando legiões de desabrigados e promovendo ou intensificando a desagregação social.
A floresta amazônica brasileira liberou mais carbono do que armazenou na última década – sendo a degradação uma causa maior do que o desmatamento – de acordo com novas pesquisas. Mais de 60% da floresta amazônica está no Brasil, e o novo estudo usou o monitoramento por satélite para medir o armazenamento de carbono de 2010-2019.O estudo descobriu que a degradação (partes da floresta sendo danificadas, mas não destruídas) foi responsável por três vezes mais perda de carbono do que o desmatamento.