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Iniciativa prevê a recuperação de 30 mil hectares de áreas degradadas na Amazônia até 2023


Uma iniciativa para a recuperação de áreas degradadas na Amazônia brasileira prevê a recuperação, nos próximos seis anos, de uma área de quase 30 mil hectares, o que corresponde a um número estimado de 73 milhões de árvores.

A ação é resultado de parceria entre Ministério do Meio Ambiente (MMA), Fundo Global do Meio Ambiente (GEF – Global Environment Facility), Banco Mundial, Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), Conservação Internacional (CI-Brasil), Instituto Socioambiental (ISA) e Amazonia Live, iniciativa socioambiental do festival Rock in Rio.

Amazônia. Foto: Paulo Santos/2001/Amazônia Sob Pressão (via Agência Brasil)

Uma iniciativa para a recuperação de áreas degradadas na Amazônia brasileira prevê a recuperação, nos próximos seis anos, de uma área de quase 30 mil hectares, o que corresponde a um número estimado de 73 milhões de árvores.

A ação é resultado de parceria entre Ministério do Meio Ambiente (MMA), Fundo Global do Meio Ambiente (GEF – Global Environment Facility), Banco Mundial, Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), Conservação Internacional (CI-Brasil), Instituto Socioambiental (ISA) e Amazonia Live, iniciativa socioambiental do festival Rock in Rio.

Do universo de 73 milhões de árvores, 3 milhões já estavam previamente asseguradas em 1,2 mil hectares de floresta amazônica por meio da contribuição inicial do próprio Rock in Rio e da CI-Brasil, combinada à doação espontânea do público e pelo apoio de patrocinadores e parceiros do festival.

Os 70 milhões adicionais fazem parte das metas do projeto “Paisagens Sustentáveis da Amazônia no Brasil”, um esforço conjunto de MMA, GEF, Banco Mundial, Funbio e CI-Brasil para aumentar a área florestal sob recuperação, promover o uso sustentável dos recursos naturais e fortalecer a rede de Unidades de Conservação da Amazônia brasileira.

No projeto “Paisagens Sustentáveis da Amazônia”, está prevista a recuperação de 28 mil hectares de áreas degradas até 2023, mediante a utilização de várias técnicas, tais como enriquecimento de áreas de florestas secundárias já existentes, semeadura de espécies nativas selecionadas, condução e/ou favorecimento da regeneração natural, e, quando necessário, o plantio direto de espécies nativas. As áreas prioritárias escolhidas para as ações de recuperação do projeto são o sul do Amazonas, Rondônia, Acre e Pará.

O Amazonia Live nasceu em 2016 com o compromisso do Rock in Rio de plantar 1 milhão de árvores na Amazônia, em parceria com o Funbio e o ISA, e de divulgar a importância da preservação da Amazônia para o equilíbrio do planeta. A plataforma cresceu rápido com a entrada da CI-Brasil como parceiro estratégico, o que fez com que o número chegasse a 2 milhões de árvores na cabeceira do rio Xingu, e com a entrada do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), que apoiou a produção de 1 milhão de mudas de espécies nativas para recuperar áreas degradadas dentro de Unidades de Conservação do estado do Amazonas.

Da ONU Brasil, Publicado pelo EcoDebate, ISSN 2446-9394, 28/09/2017.