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Com o cenário de crise hídrica pelo qual o País vem passando, as chuvas de primavera são aguardadas com ansiedade. No entanto, mesmo com a chegada delas, a previsão é que os reservatórios continuem abaixo dos níveis indicados. O prognóstico é que a recuperação dos sistemas de abastecimento levará cerca de dois anos, sendo que o cenário de estiagem deve se estender pelo menos até o primeiro semestre de 2022.
As mudanças climáticas estão afetando o equilíbrio hídrico do nosso planeta: dependendo da região e da época do ano, isso pode influenciar a quantidade de água nos rios, resultando potencialmente em mais enchentes ou secas. A vazão do rio é um indicador importante dos recursos hídricos disponíveis para o homem e o meio ambiente. A quantidade de água disponível também depende de outros fatores, como intervenções diretas no ciclo da água ou mudança no uso da terra: se, por exemplo, a água é desviada para irrigação ou regulada por meio de reservatórios, ou as florestas são desmatadas e monoculturas cultivadas em seu lugar, isso pode ter um impacto no fluxo do rio.
Como jamais visto, o Paraná enfrenta há meses uma séria crise hídrica, potencializada por um momento de pandemia, que não será tão simples de superar. A maioria dos reservatórios de abastecimento público, principalmente os da capital paranaense, estão muito abaixo do nível normal. Além disso, o momento de estiagem ainda pode se estender por, no mínimo, mais um mês.
Na verdade não se vive crise de recursos hídricos. A situação demonstra claramente que é necessária nova atitude e nova relação com todos os fatores ambientais. Não é só o desmatamento ou a mudança climática que reduzem as chuvas e provocam crises. É a necessidade de uma nova postura frente a todas as intervenções ambientais.
Em 2014, 156,4 milhões de brasileiros que vivem em áreas urbanas tinham acesso à rede pública de abastecimento de água. O número representa 93% dos moradores das cidades do país. Na área de saneamento, 96,8 milhões eram atendidos por redes coletoras de esgoto, o que significa 57,6% da população urbana. Os dados fazem parte
2015 foi um ano conturbado para o meio ambiente com desastres como o da barragem em Mariana (MG), mas também com esperanças, por conta da assinatura do Protocolo de Paris que definiu o novo acordo global. Mas e por que isso é importante? Porque é preciso que todas as nações se unam para evitar o
Com as mudanças climáticas globais, estamos indo em direção a um aumento de 2,7°C na temperatura do planeta e não há mais retorno. Com isto, as previsões de mais seca no sudeste e nordeste do Brasil e mais chuva no sul têm maior probabilidade de se concretizarem. Poderemos ter uma folga de um ou dois
Prezadas(os) Leitoras(es) da Câmara de Cultura e da revista Cidadania & Meio Ambiente Informamos que a edição n° 55 da revista Cidadania & Meio Ambiente, ISSN 2177-630X, já está disponível para acesso e/ou download na página do Portal EcoDebate. Capa da edição n° 55 da revista Cidadania & Meio Ambiente Vejam, abaixo, o sumário da
Para preservar a água, o replantio de mudas é uma solução eficaz desde o século 19, no Rio de Janeiro. Diante da crise hídrica da época, o imperador Pedro II ordenou desapropriações na Floresta da Tijuca, onde hoje é Parque Nacional da Tijuca, devastado por plantações de café, e iniciou um amplo reflorestamento. A estratégia
Na última década, pelo menos, cientistas, pesquisadores e ambientalistas insistentemente alertam para os riscos de uma grave crise hídrica. Alertaram para a necessidade de revitalizar bacias hidrográficas, recuperar mananciais, ampliar ao máximo os sistemas de captação e tratamento de esgoto, conservar e proteger as áreas de recarga dos aquíferos. Isto sem falar, da redução do