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No Brasil, a detecção de bactérias resistentes a antibióticos mais do que triplicou durante o período da pandemia de covid-19. Resistência a antibióticos pode levar à morte de 10 milhões de pessoas por ano a partir de 2050.Por gerações, infecções no trato urinário, uma das doenças mais comuns no mundo, eram facilmente curadas com o uso de um simples ciclo de antibiótico. No entanto, há evidências crescentes de que essas infecções, que atingem milhões de pessoas por ano, principalmente mulheres, estão cada vez mais resistentes a esses medicamentos.
Como qualquer outro órgão do corpo humano, o cérebro também passa por alterações e mudanças ao longo dos anos e envelhece com o tempo. As alterações são não apenas estruturais, mas também funcionais. Nos cérebros idosos, por exemplo, ocorre uma perda de sintonia entre as regiões. Para esclarecer algumas curiosidades sobre a saúde do cérebro e o envelhecimento cerebral, o Dr. Marcelo Valadares, médico neurocirurgião da Disciplina de Neurocirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e do Hospital Albert Einstein elencou alguns mitos e verdades sobre o tema.
As previsões* da Booking.com revelaram como as pessoas vão reacender as chamas das viagens em 2022. Depois de restrições e constantes mudanças, os benefícios das viagens para a saúde e o bem-estar voltam a ser reconhecidos. Sair de férias vai se tornar uma das principais expressões de autocuidado em 2022. Mas não estamos falando apenas de pegar um sol ou ir para um retiro de ioga. Para mais da metade (54%) dos brasileiros, estar revigorado vem como consequência de se desconectar da rotina. Além disso, 44% desses viajantes dizem que fazer uma atividade fora da rotina os ajuda a se desconectar.
Os riscos à saúde como consequência do aumento da temperatura média do planeta acima dos 1.5°C sobre as temperaturas pré-industriais já são claramente reconhecidos pela comunidade científica (Atwoli et al. 2021). Os cientistas da saúde, das ciências ambientais e das ciências de produção reconhecem que a destruição generalizada da natureza, incluindo habitats e espécies, está corroendo a segurança hídrica e alimentar e aumentando a chance de pandemias (Duncan 2007; Marazziti et al. 2021; Ying and Weiping 2021; IPCC, 2021 Items C.2.1, D.2.2).
Pelo menos 1 bilhão de pessoas serão afetadas pelo calor extremo se as temperaturas globais aumentarem 2ºC, alertaram os especialistas na Conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas (COP26). Se não formos capazes de evitar que o aquecimento do planeta exceda os 1,5ºC, o número de pessoas que serão expostas a estresse térmico extremo – uma combinação potencialmente fatal de calor e umidade – pode aumentar até 15 vezes, comparativamente aos dias de hoje.
O primeiro estudo sobre o impacto global da poluição e mortes relacionadas a incêndios florestais relaciona de forma abrangente a exposição de curto prazo a partículas finas relacionadas a incêndios florestais (PM 2,5 ) no ar e mortalidade por todas as causas, respiratória e cardiovascular em cidades e regiões ao redor do globo.
Como um dos maiores exportadores de alimentos do mundo, temos um bom percentual de brasileiros passando fome. Exportamos as frutas de boa qualidade e muitas vezes comemos o que sobra. Não estamos vivenciando um mercado sustentável, que já prejudica as gerações atuais e sem pensar nas gerações futuras. Num mundo com possibilidades de grandes pandemias, como no momento, temos que pensar numa educação alimentar sustentável e, também, num mercado sustentável de alimentos – não este que está aí.
Drauzio Varella avalia que o Brasil está atrasadíssimo na aprovação da vacina, e que ficou dependente da Sinovac e da desenvolvida por Oxford. Mas acha que as outras vacinas, que dependem de conservação em temperaturas negativas, deveriam ter sido consideradas desde o início, com o apoio da iniciativa privada para a sua distribuição. Observou que sem coordenação e unidade será mais difícil imunizar toda a população, e que as diferentes opções de vacinação por estados não é a melhor opção.
A epidemia pelo Sars-Cov-2 mostra sua capacidade de, rapidamente ampliar a transmissão e aumentar o número de casos com uma repetição do início de 2020, o que assombra as autoridades sanitárias europeias. “Nessa segunda onda nós temos uma taxa de mortalidade menor, por um lado, resultado da experiência dos profissionais da Saúde que aprenderam a lidar com os pacientes mais críticos e diminuíram a letalidade da doença e, por outro, o registro de maior número de casos entre os jovens, o que não ocorreu no começo da pandemia. Observando o que acontece na Europa, o Brasil tem uma nova chance de aprender com essa experiência e conter a expansão já elevada da transmissão da COVID-19.