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Os pesquisadores, da Universidade de Cambridge, usaram dados de radar de um satélite da Agência Espacial Europeia para mostrar que mesmo quando o calor do Sol está ausente, esses lagos podem descarregar grandes quantidades de água na base da camada de gelo. Acredita-se que esses ‘eventos de drenagem’ desempenhem um papel significativo na aceleração do movimento do gelo, lubrificando-o por baixo.
As famílias costumavam alertar “cuidado com as pessoas que você conhece na internet”, quando se popularizaram as redes sociais e sites de relacionamento, uma década atrás. Parecia muito estranho conhecer uma pessoa sem ser pessoalmente. Histórias sobre psicopatas de todos os tipos eram contadas, sobre os perigos da internet.
O aquecimento global é a maior ameaça existencial ao progresso da civilização. Os estudos científicos registram o aumento da temperatura da Terra e mostram que o aquecimento global está em aceleração. Até o empresário Bill Gates publicou um livro, agora em 2021, “Clima, como evitar um desastre. Soluções de hoje. Desafios de amanhã”, tratando do quentíssimo assunto.
Em 2018, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) uniu forças com a Fundação Ellen MacArthur para enfrentar o que os especialistas ambientais chamam de um dos vícios mais perigosos do mundo: o plástico de uso único. O PNUMA e a Fundação Ellen MacArthur pressionaram os tomadores de decisão dos setores público e privado a se comprometerem a cultivar uma economia circular em torno do plástico, uma economia na qual o plástico é feito para durar e ser reutilizado – não simplesmente jogado fora. Isto envolveria novos produtos e modelos de negócios, bem como sistemas aprimorados de reciclagem e compostagem.
O consumo de água doce aumentou em 6 vezes no último século e continua a avançar a uma taxa de 1% ao ano, fruto do crescimento populacional, do desenvolvimento econômico e das alterações nos padrões de consumo. A qualidade do bem diminuiu exponencialmente e o estresse hídrico, mensurado essencialmente pela disponibilidade em função do suprimento, já afeta mais de 2 bilhões de pessoas. Muitas regiões enfrentam a chamada escassez econômica da água: ela está fisicamente disponível, mas não há a infraestrutura necessária para o acesso. E isso em um horizonte cuja previsão de crescimento no consumo é de quase 25% até 2030.
O Brasil está passando por uma crise sanitária inigualável, conjuntamente com uma enorme crise econômica, com aumento da pobreza e da fome. Junto à emergência sanitária o Brasil vive as emergências do desemprego e da insegurança alimentar. Ao contrário do que diz a “Curva de Phillips”, a baixa atividade econômica e a ociosidade da estrutura produtiva não derrubou a inflação. O IPCA, calculado pelo IBGE, subiu 5,2% nos últimos 12 meses e o preço dos alimentos subiu 15% no mesmo período. O Brasil vive um cenário terrível marcado pela estagflação (estagnação + inflação). Assim, depois de 6 anos de juros em baixa, o Banco Central do Brasil elevou a taxa de juros básica, no dia 17/03, sinalizando novo ciclo de alta e dificultando a retomada das atividades econômicas.
Criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 22 de março de 1992, o Dia Mundial da Água surgiu como esforço da comunidade internacional para colocar em pauta questões essenciais que envolvem os recursos hídricos. Embora esteja presente em 70% da superfície da Terra, reunindo mais de 97% de toda a água do planeta, o oceano permanece desconhecido e aparentemente distante do cotidiano da maioria das pessoas, mesmo quando falamos sobre a importância da água em nossas vidas. Pesquisadores estimam que cerca de 90% desse universo ainda não foram desvendados e apenas um terço da biodiversidade marinha já foi catalogada.
Estima-se que 931 milhões de toneladas de alimentos, ou 17% do total de alimentos disponíveis para os consumidores em 2019, foram para a cesta do lixo de domicílios, varejistas, restaurantes e de outros serviços alimentares, de acordo com o estudo global Índice do Desperdício de Alimentos, lançado neste mês de março pelo Programa das Nações Unidas para o Meio-Ambiente (PNUMA) e a organização inglesa WRAP (The Waste and Resources Action Programme).
A maior floresta temperada remanescente da América do Norte, localizada no sudeste do Alasca, é um dos ecossistemas mais primitivos e intactos. Todo o ecossistema se estende por mais de 2.000 km de norte a sul e armazena mais carbono em suas florestas do que qualquer outro. Brian Buma , pesquisador e professor de biologia integrada da University of Colorado Denver, co-lidera a rede de pesquisa que delineou as mudanças em um novo artigo.
As mudanças climáticas estão afetando o equilíbrio hídrico do nosso planeta: dependendo da região e da época do ano, isso pode influenciar a quantidade de água nos rios, resultando potencialmente em mais enchentes ou secas. A vazão do rio é um indicador importante dos recursos hídricos disponíveis para o homem e o meio ambiente. A quantidade de água disponível também depende de outros fatores, como intervenções diretas no ciclo da água ou mudança no uso da terra: se, por exemplo, a água é desviada para irrigação ou regulada por meio de reservatórios, ou as florestas são desmatadas e monoculturas cultivadas em seu lugar, isso pode ter um impacto no fluxo do rio.