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Campina Grande é considerado um dos principais polos industriais e tecnológicos do nordeste. A cidade possui uma agenda cultural variada, destacando-se os festejos de São João, que acontecem durante todo o mês de junho, “O Maior São João do Mundo”, o encontro da Nova Consciência, além do Festival de Inverno e outros muitos eventos.
A urbanização do município tem um forte vínculo com suas atividades comerciais desde os primórdios até hoje. O município foi um lugar de repouso para os tropeiros, e em seguida se formou uma feira de gado e uma grande feira geral. Posteriormente, o município deu um grande salto de desenvolvimento devido às atividades tropeiras e ao crescimento da cultura do algodão.
Campina Grande chegou a ser a segunda maior produtora de algodão do mundo. Atualmente, o município tem grande destaque no setor de informática e desenvolvimento de softwares.
Historicamente, Campina Grande teve, e continua tendo, papel destacado como polo disseminador da arte dos mais destacados artistas arraigados na cultura popular nordestina, a exemplo dos “cantadores de viola”.
O Açude de Bodocongó é um açude de água salgada, originalmente criada por conta da escassez de água na região, uma vez que o Açude Novo e o Açude Velho já não estavam suprindo as necessidades da população. O Açude Novo ou Parque Evaldo Cruz é um parque em formato circular que fica no Centro da cidade, próximo ao Parque do Povo.
A cidade ganha visibilidade em junho, quando se enfeita com balões e bandeirinhas para realizar uma das mais concorridas festas juninas do país. O arrasta-pé dura o mês inteirinho e reúne turistas e nativos no Parque do Povo, uma praça gigantesca com centenas de barracas de comidas típicas, palcos para shows de artistas consagrados do forró e pistas para a apresentação de mais de duzentas quadrilhas.
No terreno vizinho ao parque é montado o Sítio São João, um arraial cenográfico com direito a bodega, depósito de mangaio, casa de farinha, engenho e capela. Há até produção de rapadura, cachaça e farinha de mandioca. Nos fins de semana, a pedida é embarcar no Trem do Forró, que parte da Estação Velha em direção ao município de Galante. A viagem de uma hora e meia e os oito vagões são embalados pelos sons de triângulo, sanfona e zabumba, ao vivo.
Situada entre o agreste e o sertão, Campina Grande é também a terra da carne-de-sol. A iguaria é servida assada ou frita e chega às mesas acompanhada por manteiga-de-garrafa, pirão de leite, vinagrete, feijão-verde, farofa-d’-água e macaxeira. Mas pegue leve para dar conta de chegar ao Sítio Arqueológico do Ingá, a 46 quilômetros do Centro, onde uma pedra de quase quatro metros de altura guarda dezenas de símbolos entalhados.
Inclua no roteiro cultural uma visita à Galeria de Arte Assis Chateaubriand, onde há obras de Portinari e de Pedro Américo. Estique o passeio até o Museu Histórico, um prédio de 1814 que reúne painéis, mapas e fotos.
Encerre os trabalhos no Museu do Algodão, que funciona na antiga estação ferroviária e conta a história do produto que impulsionou a economia de Campina Grande no início do século 20.
Fonte: Guia do Turismo Brasil e Férias Brasil.