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Aldeias indígenas e suas principais características, dança e artesanato às margens da lagoa
É um dos municípios mais tradicionais e mais antigos da Paraíba. Atualmente, a Baía da Traição por suas praias belíssimas é muito frequentada por turistas de todo Brasil, na época do verão.
A cidade possui uma boa estrutura de restaurantes e pousadas para atender aos turistas.
O ponto principal de encontro não só dos turistas mas da população também, é a praça central da cidade. Seu carnaval faz parte do calendário turístico da Empresa Paraibana de Turismo, é um dos mais badalados do estado.
As lagoas mais conhecidas são a Lagoa do Mato, a Lagoa Encantada e a Aldeia Perdida, que tem uma lagoa que é isolada e rodeada por uma vegetação admirável. Lá, pode-se encontrar o índio Curumim, assim conhecido. Ele proporciona ao turista a dança do Toré e os artesanatos às margens da lagoa.
O ponto forte do turismo de Baía da Traição é sem dúvida a presença de índios. O artesanato e a dança são a identidade dos potiguares e podem ser encontrados em todas as aldeias da reserva pertencente ao município. Entre várias, podemos destacar: Aldeia Forte (existente nesta comunidade o Toré Forte), associação indígena que recebeu o Prêmio Cultura Indígena e Aldeia Galego (também proporciona ao turista a dança e o artesanato).
A vila de pescadores tem de tudo um pouco: praias desertas, falésias, rios, recifes, mangues e tribos indígenas. O nome, aliás, remete a uma emboscada dos índios contra os primeiros portugueses que ali chegaram, no século 16. O espírito de preservação foi mantido, garantindo as paisagens rústicas e o estilo de vida típico das aldeias, que se espalham por uma área de 20 mil hectares. Para conhecê-las, siga para o Centro de Cultura e Apoio ao Turista, que orienta em quais há produção e venda de artesanato e apresentações de dança, como o Toré. Entre as mais visitadas estão as de São Francisco, Galego, São Miguel e Traçoeira.
A praia que dá nome à vila a mais estruturada da região. Com águas mansas, areias escuras e um recife próximo que abriga o Farol da Traição, é movimentada apenas na alta temporada. Já as praias selvagens ficam afastadas do centrinho.
A preferida dos surfistas é Tanguá, onde fica a aldeia Galego, dos índios potiguaras. Além de artesanato, há venda de doces de frutas nativas. Já a praia de Coqueirinho é considerada uma das mais bonitas, com coqueirais, mar calmo e barqueiros que fazem a travessia para Barra de Mamanguape, sede do projeto Peixe-Boi.
Na praia do Forte, a atração é subir no alto de uma escarpa com vista panorâmica para a Baía da Traição. As falésias avermelhadas chamam a atenção em Jerimum e Cardosas – esta última abriga a lagoa Encantada, boa para banhos, com águas cristalinas e vegetação preservada. O acesso é por trilhas, depois de uma hora de caminhada.
As dunas típicas do Rio Grande do Norte surgem a partir de Barra de Camaratuba, procurada pela turma do surf e com opções de hospedagem e alimentação. Por lá estão as praias da Baleia, com águas esverdeadas; da Pavuna, cercada de lagoas; e Guaju, totalmente deserta. O rio Camaratuba corta a região e pode ser explorado em passeio de barco. O tour leva a uma pequena praia fluvial com parada para banho e inclui trilha em manguezais e degustação de ostras.
Fonte: Ferias Brasil e Viagens e Caminhos.