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Dados de satélite e oceano revelam aumento acentuado na taxa de aquecimento da Terra. Este desequilíbrio de energia da Terra (EEI), levou ao aumento da temperatura média global, aumento do nível do mar, aumento do aquecimento do oceano e derretimento da neve e do gelo marinho. O desequilíbrio de energia da Terra (Earth’s Energy Imbalance – EEI) é uma diferença relativamente pequena (atualmente ± 0,3%) entre a radiação solar média global absorvida e a radiação infravermelha térmica emitida para o espaço.
Os satélites mostram que foram 2.308 focos de calor, o que representa um aumento de 2,6% em relação a junho de 2020, quando já havia sido batido o recorde histórico. Esse novo aumento vem na mesma semana em que o governo federal decide manter o mesmo plano que fracassou de maneira incontestável nos últimos dois anos: uma moratória do fogo e o envio de forças armadas, por meio do decreto de uma GLO (Garantia da Lei e da Ordem), para combater o desmatamento e as queimadas na Amazônia.
Foram analisadas amostras de 20 tecidos pulmonares, das quais 13 peças continham resíduos de microplásticos. O material foi quantificado e caracterizado pelos pesquisadores com auxílio de espectroscopia Raman – uma técnica fotônica de alta resolução que pode proporcionar, em poucos segundos, informação química e estrutural de quase qualquer material.
O desmatamento nos seis biomas brasileiros cresceu 13,6% em 2020, atingindo 13.853 km2 (1.385.300 hectares), uma área nove vezes maior que a cidade de São Paulo. Desse total, 61% estão na Amazônia . É o que mostra uma análise inédita de 74.218 alertas de desmatamento no país inteiro, publicada nesta sexta-feira (11/6) pelo Projeto MapBiomas. O desmatamento cresceu 9% na Amazônia, 6% no Cerrado, 43% no Pantanal e 99% no Pampa. Na Mata Atlântica ele explodiu, subindo 125%. Na Caatinga o crescimento foi de 405%, mas se deveu ao fato de que o bioma agora conta com um novo sistema de detecção de desmate por satélite só para ele.
Uma equipe de pesquisa que trabalha com Simon Haberstroh e a Profa. Dra. Christiane Werner da cadeira de Fisiologia de Ecossistemas do Instituto de Ciências Florestais e Recursos Naturais (UNR) da Universidade de Freiburg está investigando isso. Em conjunto com colegas do Centro de Investigação Florestal da Escola Superior de Agricultura da Universidade de Lisboa em Portugal e do Instituto de Meteorologia e Investigação Climática do Instituto de Tecnologia de Karlsruhe – KIT,publicaram as suas conclusões na revista especializada“New Phytologist.”
Pesquisadores relatam que as águas pluviais podem ser uma grande fonte de microplásticos e fragmentos de borracha para corpos d’água Nas cidades, chuvas fortes levam embora a lama que se acumula nas calçadas e estradas, recolhendo todo tipo de entulho. No entanto, a quantidade de poluição microplástica eliminada por esse escoamento é atualmente desconhecida. Agora,
Visando uma compreensão mais sólida sobre o tema “Educação Ambiental”, a redação EcoDebate selecionou alguns artigos que podem ajudar a entender melhor e, quando possível, utilizar as ferramentas e metodologias sugeridas.
Boa leitura e sucesso na sua iniciativa em Educação Ambiental:
A floresta amazônica brasileira liberou mais carbono do que armazenou na última década – sendo a degradação uma causa maior do que o desmatamento – de acordo com novas pesquisas. Mais de 60% da floresta amazônica está no Brasil, e o novo estudo usou o monitoramento por satélite para medir o armazenamento de carbono de 2010-2019.O estudo descobriu que a degradação (partes da floresta sendo danificadas, mas não destruídas) foi responsável por três vezes mais perda de carbono do que o desmatamento.
Muitas pessoas possuem algum familiar, amigo, vizinho ou conhecido lutando para se recuperar das complicações trazidas pela Covid-19. E nesse processo, cada relato de sucesso é um alívio, uma dose de força e esperança para acalentar quem vive à espera da notícia de uma alta hospitalar. A melhora no quadro de saúde do ator Paulo Gustavo, internado há várias semanas em virtude de complicações trazidas pelo novo coronavírus, tem comovido muitas famílias e despertado o interesse pelo uso do mesmo tratamento em seus entes internados.
Muitas sementes, folhas e talos que geralmente jogamos fora são ricos em nutrientes e ficam muito saborosos em diversas receitas. Procure usar os alimentos por inteiro sempre que possível. Para isso, prefira sempre os orgânicos e lave-os com cuidado.