Santa Maria Madalena é uma Estância Serrana que tem o clima considerado o terceiro melhor do Brasil
Santa Maria Madalena considerada o terceiro melhor clima do Brasil, de acordo com padrões estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde. O Governo do Estado do Rio de Janeiro idealizou a criação de cidades-temáticas com o propósito de promover o desenvolvimento econômico e social dos municípios do interior do Estado. A cidade foi então lançada como a “Cidade da Geologia do Estado do Rio de Janeiro”. Sediada numa região naturalmente exuberante, com afloramentos rochosos esculturais em abundância, Santa Maria Madalena foi eleita para receber tal título, pois apresenta todos os requisitos para ser o polo da discussão geológica fluminense. Preponderante para a escolha de Madalena é também o fato de que a maior parte do Parque Estadual do Desengano localiza-se em território madalenense. A cidade apresenta uma cultura relacionada ao artesanato mineral num projeto pioneiro de qualificação técnica de adolescentes na arte de confeccionar peças artísticas a partir de minerais e rochas, além de uma paisagem fantástica. (Entre os prédios a serem tombados estão o da antiga estação ferroviária atualmente sede da Casa da Cultura). A igreja matriz e o conjunto paisagístico formado por casas simples. O Museu Dercy Gonçalves um ponto turístico muito interessante, conta a trajetória da grande artista Dercy Gonçalves, através de objetos e outras coisas que pertenceram a artista, para quem a conheceu. O Parque Estadual do Desengano tem uma reserva imensa de mata que torna o passeio especial, tem fácil acesso e com belas cachoeiras.
Em divisão territorial datada de 1-Vll-1960, o município é constituído de 6 distritos: Santa Maria Madalena, Doutor Loreti, Renascença, Santo Antônio do Imbé, Sossego e Triunfo ex-Itapuá.
Localizada numa região naturalmente exuberante, possui um dos melhores climas para se viver. Terra de gente simpática e hospitaleira destaca-se pela tranquilidade e segurança do dia-a-dia. Seus traços do ciclo do café ainda mantém o bucolismo de um pequeno centro histórico envolvido pela beleza da mata atlântica. Conheça e apaixone-se!
Madalena tem uma localização privilegiada, apresentando-se como uma excelente opção para quem quer desfrutar do clima das montanhas sem ter que fazer uma viagem muito longa e cara. Está, ao mesmo tempo, perto da Capital e da Região dos Lagos, bem como do Sul de Minas Gerais e das Regiões Norte e Noroeste Fluminense.
História
O desbravamento da região, hoje ocupada pelo município de Santa Maria Madalena, data de 1840, quando por ali passou o português Manoel Teixeira Portugal. Logo depois, se estabeleceu no local o mateiro José Vicente, que ali chegou em perseguição a negros fugitivos e armou um rancho no mesmo local do antecessor.
Segundo a lenda, as referidas terras foram cedidas em troca de uma espingarda de fabricação suíça ao padre Francisco Xavier Frouthé, que doou parte delas para edificação de uma capela em homenagem a Santa Maria Madalena, em cumprimento de promessa.
Se do fato, com aparência de lenda, não há senão notícia oral, existe, todavia, a escritura lavrada em notas do escrivão de paz Antônio Leoclat, da freguesia de São Francisco de Paula, terceiro Distrito da Vila de Cantagalo, em 20 de abril de 1850, que vem abonar em parte a afirmativa tradicional.
Devido aos pântanos cheios de barro branco, os viajantes que demandavam a estrada Cantagalo-Macaé, davam ao local o nome de Tabatinga, que foi a primeira denominação do Arraial do Santíssimo, atual cidade de Santa Maria Madalena.
A elevação à categoria de freguesia se deu em 1855 e à de vila em 1861, desmembrada do termo de Cantagalo e tendo anexadas a si as freguesias de São Francisco de Paula e São Sebastião do Alto. Destacou-se na luta pela elevação a município o coronel Braz Fernandes Carneiro Viana, cunhado do Duque de Caxias. Santa Maria Madalena passou à categoria de cidade em 1862.
Fonte: Guia do Turismo Brasil, Site Madalena Rio de Janeiro e Prefeitura de Santa Maria Madalena.