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Biodiversidade é arma para garantir segurança alimentar – Preservar a biodiversidade pode ser uma garantia à segurança alimentar global, hoje concentrada em um pequeno número de cultivos. “O que se come no mundo são poucos alimentos, basicamente trigo, arroz, mandioca, milho. Isso coloca a humanidade em grande risco”, alerta o biólogo Bráulio Ferreira de Souza Dias.
Fiocruz promove conferência no início de outubro para discutir o papel da biodiversidade no bem-estar do ser humano. Coordenadora do Programa Biodiversidade e Saúde da Fiocruz, a bióloga Marcia Chame alerta para a ainda pouco conhecida – e discutida – relação entre a riqueza da natureza e o bem-estar. A 1ª Conferência Brasileira em Saúde
Conhecer a biodiversidade brasileira e explorá-la de forma sustentável. Para Fernanda Dias Bartolomeu Abadio Finco, professora da Universidade Federal do Tocantins (UFT), esse é o caminho para garantir a segurança alimentar da população. “Não basta ter alimento, ele tem de ser sustentável e contemplar aspectos econômicos, sociais, ambientais e culturais das comunidades”, afirmou Finco durante
Passados alguns meses da mega conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável ocorrida no Rio, temos condições de avaliar com mais distanciamento (e menos “paixão”) as reais implicações do encontro. Poucas pessoas esperavam que a Rio+20 pudesse mudar o mundo. Entretanto, de uma forma modesta e inesperada, ela pode ter feito exatamente isso. Entre os dias
Conferência produziu forte mobilização da comunidade científica, mas texto final gerou frustração por cortar temas importantes, de acordo com participantes de workshop conjunto BIOTA-BIOEN-Mudanças Climáticas: o futuro que não queremos. A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (RIO+20) mobilizou a comunidade científica e foi palco de discussões que revelaram avanços sem precedentes no conhecimento
Charge de Alecrim, no Humor Político http://www.humorpolitico.com.br Terminou em fracasso a Conferência da ONU para o Desenvolvimento Sustentável. Foram gastos US$ 150 milhões para promovê-la. Dinheiro jogado fora. Teria sido mais bem utilizado na preservação de florestas. O documento final, aprovado por 193 países, é pífio. Como nenhum país, sobretudo os mais ricos, queria se comprometer