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O levantamento, lançado nesta sexta-feira, mapeou, desde 1º de janeiro de 2019 a 06 de novembro de 2020, 49 manifestações ou declarações racistas de autoridades públicas, entre elas, o presidente da república, deputados federais e estaduais, vereadores e membros do judiciário. No total foram sete falas negando o racismo. O estudo destaca que “é discurso racista a negação/minimização da gravidade do racismo e/ou a utilização de doutrinas já superadas de negação do racismo, como mestiçagem ou democracia racial. Em um país onde há um genocídio contra o povo negro em curso, negar o racismo é de extrema gravidade”.