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Mitos e verdades sobre o envelhecimento do cérebro

Como qualquer outro órgão do corpo humano, o cérebro também passa por alterações e mudanças ao longo dos anos e envelhece com o tempo. As alterações são não apenas estruturais, mas também funcionais. Nos cérebros idosos, por exemplo, ocorre uma perda de sintonia entre as regiões. Para esclarecer algumas curiosidades sobre a saúde do cérebro e o envelhecimento cerebral, o Dr. Marcelo Valadares, médico neurocirurgião da Disciplina de Neurocirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e do Hospital Albert Einstein elencou alguns mitos e verdades sobre o tema.
Dorme menos de 6 horas por noite? Estudo indica que você tem mais chances de ter problemas de saúde

Um estudo divulgado na segunda-feira (14) pode tirar ainda mais o sono de quem já dorme pouco. De acordo com os pesquisadores, quem dorme menos de seis horas por noite tem maior risco de aterosclerose – um acúmulo de placas nas artérias por todo o corpo – em comparação com aqueles que têm sono considerado
Especialista alerta para consumo excessivo e desregulado de melatonina no Brasil

A melatonina, substância conhecida por sua função de induzir o sono, não tem registro no Brasil como medicamento. No entanto, pode ser encontrada desde 2017 em farmácias de manipulação após uma decisão judicial contrariar resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e autorizar sua importação. Seu consumo tem sido considerado excessivo por especialistas, que
Sono aumenta número de células no cérebro, diz estudo

Cientistas americanos acreditam ter descoberto mais um motivo para incentivar as pessoas a tentar ter uma boa noite de sono: dormir ajudaria a repor um tipo de célula do cérebro. Segundo eles, dormir eleva a produção de células que produzem uma substância estimuladora conhecida como mielina, responsável proteger o circuito neural. A pesquisa, realizada até
Entenda o que acontece quando você desrespeita seu relógio biológico.

Nosso organismo tem um relógio biológico que regula várias de nossas funções, tais como apetite e sono. Entretanto, nossa vida cada vez mais atribulada e agitada nem sempre é compatível com esse relógio interno, o que pode afetar a saúde. Segundo Claudia Moreno, professora associada ao Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública