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Aquecimento global reflete a desigualdade institucionalizada, artigo de Benedita de Fátima Delbono

A organização político-social dos países sempre teve como cerne o elo entre a pessoa humana, a sociedade, a natureza e os fatores ambientais, refletindo-se, portanto, no Direito. Sendo certo que a consciência, dentro da cultura ocidental, veio a ocorrer, apenas, com certa força, partir dos anos 60, quanto a importância da natureza e sua conexão de interesse com a pessoa humana. Assim sendo, dada a importância, o meio ambiente – e o direito sobre ele – ganhou espaço constitucional, sendo declarado como um direito fundamental. Apesar da constitucionalização do direito ambiental, a consciência e a ações humanas, em face do meio ambiente, não correspondem a sua importância.
Emergência Climática – Tempestades, queimadas, frio e calor extremos preocupam especialistas

Na Alemanha, inundações invadiram ruas e destruíram casas deixando centenas de pessoas mortas e feridas. Os incêndios florestais no Canadá chegaram a queimar uma cidade inteira. Com uma onda de calor recorde, os incêndios nos Estados Unidos consumiram mais de 4 mil quilômetros quadrados. A China também está sendo alvo de fortes enchentes. No Brasil, as baixas temperaturas dos últimos dias também vêm causando espanto. O frio negativo chegou até Minas Gerais. A temperatura mais baixa foi registrada na cidade de Bom Jardim da Serra, em Santa Catarina, com – 7,5ºC.
Dia Mundial do Meio Ambiente 2021, artigo de Juacy da Silva

Parece que a humanidade, representada tanto pela população em geral quanto por seus governantes, seus empresários, suas as lideranças religiosas, educacionais e das organizações da sociedade civil, em todos os níveis, em todos os países, com raríssimas exceções, estão em uma corrida louca, desvairada, em sua sanha destruidora da natureza, no firme propósito de tornar impossível todas as formas de vida no planeta terra, incluindo o próprio ser humano.
Perda de biodiversidade exige repensar a economia global

O estudo, conduzido por investigadores da Universidade de Lancaster, da Universidade da Colúmbia Britânica e da Universidade Duke, demonstra o incumprimento dos compromissos relacionados à Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), um importante tratado multilateral assinado com o objetivo de conservar a biodiversidade, utilizá-la de forma sustentável e partilhar equitativamente os seus benefícios.
Dia da Terra: regeneração ecológica ou extinção, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

A Cúpula do Clima organizada no Dia da Terra, em 22 de abril de 2021, pelo presidente Joe Biden, contou com 40 líderes políticos das nações mais poluidoras do Planeta e foi muito importante, pois marcou não somente o retorno dos Estados Unidos ao Acordo de Paris, mas indicou também a disposição política de colocar a questão climática no centro das preocupações nacionais e internacionais da nova administração americana. Na abertura da Cúpula virtual o presidente Biden prometeu reduzir em 50% as emissões de carbono dos Estados Unidos (em relação a 2005) até o final desta década. É quase o dobro do que Barack Obama havia prometido quando assinou os Acordos de Paris em 2015.
Dia Internacional da Mãe Terra 2021, artigo de Juacy da Silva

Desde 1970, quando do primeiro DIA DA TERRA, há mais de meio século diversos setores, pesquisadores, cientistas e lideranças tanto públicas quanto da sociedade civil organizada, em nível mundial, vem alertando e clamando para o fato de que não podemos continuar nesta saga destruidora, os custos desta insanidade serão altíssimos e recairão tanto sobre a atual geração quanto e principalmente das futuras gerações.
Todos os anos, a humanidade despeja o equivalente a seu próprio peso em plásticos nos ecossistemas

Em 2018, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) uniu forças com a Fundação Ellen MacArthur para enfrentar o que os especialistas ambientais chamam de um dos vícios mais perigosos do mundo: o plástico de uso único. O PNUMA e a Fundação Ellen MacArthur pressionaram os tomadores de decisão dos setores público e privado a se comprometerem a cultivar uma economia circular em torno do plástico, uma economia na qual o plástico é feito para durar e ser reutilizado – não simplesmente jogado fora. Isto envolveria novos produtos e modelos de negócios, bem como sistemas aprimorados de reciclagem e compostagem.
As mudanças climáticas estão afetando o equilíbrio hídrico do nosso planeta

As mudanças climáticas estão afetando o equilíbrio hídrico do nosso planeta: dependendo da região e da época do ano, isso pode influenciar a quantidade de água nos rios, resultando potencialmente em mais enchentes ou secas. A vazão do rio é um indicador importante dos recursos hídricos disponíveis para o homem e o meio ambiente. A quantidade de água disponível também depende de outros fatores, como intervenções diretas no ciclo da água ou mudança no uso da terra: se, por exemplo, a água é desviada para irrigação ou regulada por meio de reservatórios, ou as florestas são desmatadas e monoculturas cultivadas em seu lugar, isso pode ter um impacto no fluxo do rio.
A produção de alimentos e a perda de biodiversidade, por José Eustáquio Diniz Alves

O Relatório Planeta Vivo 2020 elaborado pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF) mostra que o avanço do processo de crescimento contínuo da produção e consumo de bens e serviços ao bel-prazer da humanidade tem provocado uma degradação generalizada dos ecossistemas globais e gerado um ecocídio da vida selvagem que sempre existiu no planeta muito antes dos seres humanos.
ONGs pedem a ONU que responsabilize o Brasil por retrocesso na meta do clima
Rede de 1.300 organizações sugere em carta que Convenção do Clima da ONU peça que país reformule sua meta. Uma coalizão de mais de 1.300 organizações ambientalistas entregou, na quinta-feira (28), à ONU uma carta pedindo que o governo brasileiro seja responsabilizado pelo retrocesso na meta nacional para o Acordo de Paris. Esta é a primeira vez que a CAN escreve a Espinosa recomendando que um país individual seja admoestado publicamente pela convenção por conta de sua NDC. O movimento tem tudo para gerar desconforto na convenção, já que não existe no Acordo de Paris previsão legal para apontar o dedo para esta ou aquela nação. “O Brasil de Jair Bolsonaro é um caso até agora único no mundo de NDC que retrocede na ambição em vez de avançar”, diz Marcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima. “O Acordo de Paris diz muito claramente que as NDCs só podem ser mais ambiciosas que as anteriores. Essa, inclusive, é uma regra que o próprio Brasil ajudou a negociar. O governo atual, que já disse ter orgulho de ser pária, está dando as costas não só para o planeta, mas também para a nossa tradição de política externa.”